domingo, 7 de agosto de 2011

Mercados perdem R$ 7 trilhões na pior semana em 3 anos

A turbulência dos últimos dias gerou perdas de pelo menos US$ 4,4 trilhões nas bolsas dos principais mercados do mundo

A turbulência dos últimos dias gerou perdas de pelo menos R$ 7,02 trilhões (US$ 4,4 trilhões) nas bolsas dos principais mercados e marca a pior semana para o sistema financeiro em três anos. O temor de um default norte-americano, que se confirmou apenas na noite de ontem, e depois a ameaça de uma nova recessão mundial gerou a pior semana para os mercados acionários desde a quebra do Lehman Brothers, em 2008, quando foi deflagrada a crise financeira global.

Só nos Estados Unidos, a perda foi de cerca de US$ 1,8 trilhão no valor de ações, segundo cálculos da Bloomberg. Londres teve a quinta pior semana de sua história e a pior desde setembro de 2008. Pela primeira vez a Bolsa de Paris completou dez dias de queda. O Brasil também foi afetado. Na quinta-feira, a Bovespa registrou o pior resultado entre as 20 maiores bolsas do mundo.

Mesmo a bolsa da maior economia da Europa, a Alemanha, não ficou imune. As ações alemãs sofreram oito dias de quedas consecutivas, o pior resultado desde 1993. Na semana, as perdas foram de 12%. Desde maio, quando Frankfurt atingiu seu pico, as perdas já são de 17%.

A Bolsa em Londres fechou a semana com uma perda acumulada de 10% e prejuízo de 149 bilhões de libras esterlinas. A semana foi a quinta pior na história da bolsa britânica. Essa foi também a primeira vez que Londres registrou três dias de quedas acentuadas desde a quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008. Na França, Paris chegou a semana com 10,9% de perdas.

Só Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, perdeu quase US$ 8 bilhões em apenas cinco dias. Seu portfólio perdeu 11% desde 29 de julho. A bolsa mexicana nesse período perdeu 7,4%, afetada pelas preocupações em relação à economia americana. Sua principal empresa, a America Movil, perdeu 6,9% nesta semana. No ano, a queda chega a 21%. Três de suas empresas serão retiradas da bolsa do México.

De uma forma geral, os bancos foram os mais prejudicados. Na Itália, as ações do Unicredit chegaram a ser suspensa da bolsa diante de suas perdas No Reino Unido, as ações do Royal Bank of Scotland sofreram perdas de 12%, depois que o banco divulgou prejuízos de mais de US$ 1 bilhão no primeiro semestre diante de sua exposição na Grécia. As perdas refletem nas contas do governo, já que 83% das ações do banco está nas mãos do Estado, que foi obrigado a resgatá-lo em 2008. Já o banco Dexia teve a maior perda de sua história: prejuízo de US$ 4 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://economia.ig.com.br/mercados+perdem+r+7+trilhoes+na+pior+semana+em+3+anos/n1597121926009.html

BCE e G7 fazem reuniões emergenciais antes da abertura das bolsas

Temores sobre a dívida nos Estados Unidos e nos países da zona do euro derrubaram as bolsas em todo o mundo

BBC Brasil | 07/08/2011 08:41

Duas reuniões de emergência estão marcadas para este domingo na tentativa de autoridades de diversos países para tentar animar os mercados financeiros, que sofreram fortes perdas na semana passada.

Temores sobre a dívida nos Estados Unidos e nos países da zona do euro derrubaram as bolsas em todo o mundo.

O Banco Central Europeu (BCE) fará uma reunião de emergência na tarde de domingo para decidir se a entidade comprará títulos da dívida italiana para aliviar as pressões sobre o mercado financeiro. A Alemanha é contra a medida e exige que os italianos melhorem o desempenho da economia do país, com medidas de austeridade fiscal mais rígidas do que as prometidas até agora.

Os ministros das Finanças do G7 – os sete países mais industrializados do mundo – também farão um encontro de emergência para discutir formas de acalmar o mercado financeiro antes da abertura na segunda-feira.

Itália e Espanha

A reunião do BCE será por teleconferência na tarde de domingo. O principal item da agenda é a Itália, a maior economia a ser atingida pela crise da zona do euro até agora.

Os juros pagos pelo governo italiano nos títulos da sua dívida aumentaram drasticamente, na medida em que investidores começaram a duvidar da capacidade de solvência da Itália, já que a economia do país está crescendo muito lentamente.

A Espanha é outro país em crise, com alto índice de desemprego e endividamento público, aliado ao fraco crescimento econômico.

Analistas temem que os dois países sigam o caminho de Grécia, Irlanda e Portugal, que precisaram de pacotes de ajuda externa para salvarem suas economias.

Na semana passada, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que as autoridades monetárias do bloco estão fracassando na tarefa de evitar que a crise da dívida se espalhe.

Já italianos e espanhóis tentam convencer os demais países que conseguirão honrar seus compromissos. Na sexta-feira, o premiê italiano, Silvio Berlusconi, prometeu medidas de austeridade que equilibrariam o orçamento do governo até 2013, um ano antes do previsto inicialmente.

Há boatos de que o BCE está se preparando para comprar títulos da dívida da Itália e da Espanha, para tentar ajudar os dois países. Na semana passada, o BCE fez o mesmo com papéis da Irlanda e de Portugal.

No entanto, há indícios de que a entidade está dividida. Alguns analistas esperavam que o BCE começasse a comprar títulos da dívida da Espanha e da Itália logo após uma reunião no dia 21 de julho, mas isso não aconteceu, aumentando o clima de apreensão no mercado.

Dívida americana

Os ministros das Finanças do G7 também farão uma reunião por telefone no domingo.

Eles discutirão formas de animar os mercados antes da abertura de segunda-feira. Após o fechamento de sexta-feira, a agência de classificação de riscos Standard & Poor's (S&P) rebaixou pela primeira vez na história a nota dada aos títulos da dívida americana – de AAA para AA+.

O S&P tomou a decisão por acreditar que o acordo entre políticos republicanos e democratas para aumentar o teto da dívida americana foi insuficiente para resolver os problemas econômicos dos Estados Unidos.

A decisão da agência de classificação de riscos causou constrangimentos à gestão do presidente americano, Barack Obama, e pode aumentar o custo de empréstimos governamentais.
Um assessor da Presidência criticou a S&P.

"Ela [a agência] atacou uma instituição começando com uma conclusão, e moldando um argumento para se encaixar na conclusão", disse Gene Sperling, do Conselho Econômico Nacional do governo.

O porta-voz do governo americano, Jay Carney, disse no sábado que o acordo entre republicanos e democratas foi "um passo importante na direção certa", mas que o país precisa "melhorar".

Standard & Poor's vê 1 em 3 chances de novo rebaixamento dos EUA

Reclassificação pode acontecer em um prazo de seis meses a dois anos, disse diretor-gerente da agência

O diretor-gerente da agência de classificação de risco Standard & Poor's, John Chambers, afirmou neste domingo que existe uma em três chances de haver um novo rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos nos próximos seis meses a dois anos.

"Temos uma perspectiva negativa... de seis meses a 24 meses", disse ele a um programa do canal de TV ABC.

"E se a posição fiscal dos EUA se deteriorar mais ou se a contenção política se tornar mais arraigada, isso pode levar a um rebaixamento. A perspectiva indica pelo menos uma em três chances de rebaixamento nesse período".

Chambers disse que levará algum tempo para que os EUA recuperem a nota máxima de crédito "AAA".

"Exigiria uma estabilização da dívida como parte da economia e um eventual declínio. E exigiria, eu acho, maior habilidade para obter consenso em Washington do que vemos hoje", acrescentou.

Fonte: http://economia.ig.com.br/standard+poors+ve+1+em+3+chances+de+novo+rebaixamento+dos+eua/n1597123032100.html

sábado, 6 de agosto de 2011

UE discutirá risco global após rebaixamento dos EUA

Para porta-voz do Tesouro britânico, rebaixamento de nota americana alerta Reino Unido para manter plano de redução do déficit

O ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, vai telefonar para o ministro das Finanças da Polônia, Jacek Rostowski, que chefia os encontros de ministros financeiros da União Europeia, para discutir as ameaças à estabilidade financeira global depois que a Standard & Poor's rebaixou a nota de classificação de risco dos EUA de AAA, para AA+.

Um porta-voz do Tesouro britânico disse que o rebaixamento dos EUA ilustra como o Reino Unido não pode abandonar seu plano de redução do déficit. Desde que tomou posse em maio de 2010, o governo de coalizão do Reino Unido iniciou um programa agressivo de aperto fiscal, que prevê cortes de gastos e aumento de impostos no total de 111 bilhões de libras até 2015 para eliminar o déficit estrutural dos EUA.

Em maio de 2009, a S&P colocou o governo anterior, Trabalhista, na defensiva ao declarar o rating AAA em perspectiva negativa pela primeira vez na história. Em outubro do ano passado, no entanto, a agência retirou a perspectiva negativa. As informações são da Dow Jones.

Fonte: http://economia.ig.com.br/ue+vai+discutir+risco+global+apos+rebaixamento+dos+eua/n1597121960344.html

China critica EUA após rebaixamento de nota da dívida

Em editorial, governo exigiu supervisão ao dólar e propôs uma nova moeda internacional


A imprensa estatal da China criticou neste sábado os Estados Unidos, depois que agência de classificação de riscos Standard & Poor's (S&P) rebaixou a nota da dívida americana de longo prazo pela primeira vez na história. Na sexta-feira, os papéis americanos receberam a nota AA+, em vez da avaliação máxima AAA.

Em um texto opinativo, a agência de notícias estatal Xinhua afirma que a China "tem todo o direito agora de exigir que os Estados Unidos lidem com o seu problema estrutural de dívida e garantam a segurança dos ativos em dólar da China".

A China é o maior detentor mundial de papéis da dívida americana. O texto da Xinhua também afirma que já se passou a época em que os Estados Unidos conseguiam tomar empréstimos para se livrar de problemas causados pelos próprios americanos, e sugeriu que uma nova moeda internacional pode surgir para substituir o dólar.

"Supervisão internacional sobre a questão dos dólares americanos deveria ser introduzida e uma nova moeda de reserva global, estável e segura, também pode ser uma opção para evitar uma catástrofe provocada por qualquer país individualmente."

A reação em outros países foi de cautela. Autoridades no Japão, Coreia do Sul e Austrália pediram calma aos investidores.

Avaliação "errada"

Nos Estados Unidos, fontes do governo criticaram a S&P e sugeriram que a agência de risco cometeu um erro ao rebaixar a nota da dívida americana. Uma autoridade, cujo nome não foi divulgado, teria detectado um erro de US$ 2 trilhões na avaliação da agência de risco. Isso levou o porta-voz do Tesouro a dizer: "Um julgamento influenciado por um erro de US$ 2 trilhões fala por si só". No entanto, ele não explicou qual teria sido o erro da S&P.

O diretor do comitê de classificações de risco de dívidas soberanas da S&P, John Chambers, disse que o governo americano poderia ter evitado o rebaixamento da dívida caso tivesse agido antes.
"A primeira coisa que poderia ter se feito é aumentar o teto da dívida de forma imediata, para que todo esse debate fosse evitado desde o começo", disse ele à rede de televisão CNN.

A Standard & Poor's argumenta que o governo americano não conseguiu negociar no Congresso uma forma de reduzir a dívida americana em US$ 4 trilhões ao longo da próxima década. Ao invés disso, o acordo aprovado pelo Congresso na terça-feira passada – após um longo processo de negociação entre democratas e republicanos – faz economias de aproximadamente metade deste valor.

A S&P afirma que os políticos americanos só conseguiram atingir "poupanças relativamente moderadas" que são insuficientes diante das necessidades da economia americana. "De maneira mais ampla, o rebaixamento reflete a nossa visão de que a eficiência, a estabilidade e a previsibilidade da elaboração de políticas americanas e das instituições políticas enfraqueceram em um momento de desafios correntes fiscais e econômicos", explicou a S&P em uma nota divulgada na noite de sexta-feira.

A agência de risco afirma que pode rebaixar a avaliação da dívida americana em mais um ponto – para AA – nos próximos dois anos, caso as medidas de redução dos gastos públicos se provem insuficientes.

Fonte: http://economia.ig.com.br/china+critica+eua+apos+rebaixamento+de+nota+da+divida/n1597121931708.html

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Aversão ao risco se intensifica nesta quinta-feira e bolsas desabam

SÃO PAULO – Os principais mercados acionários ao redor do globo registram forte queda nesta quinta-feira (4), diante do forte clima de aversão ao risco por parte dos investidores que se intensificou nos últimos dias.

Por volta das 13h, o Ibovespa registrava retração de 5,81%, enquanto os índices Dow Jones, Nasdaq e S&P 500, nos EUA, caiam2,75%, 3,31% e 3,09%, respectivamente. A Europa não é exceção e o índice FTSE 100, de Londres, cai 3,43%, do mesmo modo que o CAC 40 e o DAX, na França e Alemanha, respectivamente, se retraem em 3,90% e em 3,40%, respectivamente.

Os principais mercados acionários registram, em sua maioria, trajetória negativa desde a semana anterior, quando a agenda era marcada pelo impasse político norte-americano para elevar o teto da dívida pública, bem como as incertezas quanto à economia europeia. Nem mesmo a confirmação de algumas agências de rating apontando que manterão a nota da maior economia mundial em Aaa altera o humor dos investidores.

Nesta manhã, o presidente do BCE (Banco Central Europeu), Jean-Claude Trichet, anunciou um programa para injetar mais liquidez nos bancos do continente.

Quarto pregão consecutivo em baixa
Por aqui, o Ibovespa segue para a quarta sessão consecutiva no campo negativo. Neste período, o índice registrou uma retração considerável, uma vez que a pontuação de fechamento do índice no último pregão em alta era de 58.823 pontos, frente aos 52.762 pontos no momento.

Por fim, "também causa apreensão a possibilidade de novo gatilho técnico de exercício de venda do Ibovespa ao atingir 55.300 pontos", alerta em relatório Marco Melo, head de análise da Ágora Corretora.

Ações em forte queda
Entre as ações do índice Bovespa cujas cotações despencam, destacam-se as da MMX (MMXM3), da LLX (LLXL3) e da Duratex (DTEX3), em retração de 14,42%, 13,75% e 11,43%, respectivamente. Nenhuma ação do Ibovespa registra valorização.

http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&q=bloomberg+tv+brasil&oq=bloomberg+tv+&aq=1&aqi=g4&aql=&gs_sm=e&gs_upl=3381l5267l0l8017l4l4l0l1l1l0l394l915l2-1.2l3l0&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.&fp=9a43ea2ef6723869&biw=1680&bih=920

Fim da subscrição TECTOY

TECTOY (TOYB) - PERIODO PARA REVISAO DE DECISAO DE SUBSCRICAO (03/08) TECTOY (TOYB) - Periodo para revisao de decisao de subscricao DRI: Milton Hashizume

Enviou o seguinte Anuncio de Encerramento de Distribuicao de Acoes:

"TEC TOY S.A., sociedade por acoes com sede na Capital do Estado do Amazonas, na Av. Buriti, n. 3.001, Distrito Industrial, CEP 69075-000, inscrita na Comissao de Valores Mobiliarios ("CVM") sob n. 14.133 e no CNPJ sob n. 22.770.366/0001-82, com seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Amazonas - JUCEAM sob NIRE 13.300.004.673 ("Companhia"), e LINK S.A. CCTVM, instituicao financeira com escritorio na Cidade de Sao Paulo, Estado de Sao Paulo, na Rua Leopoldo Couto de Magalhaes Jr, n. 758, 8o e 10o andares, Itaim Bibi, inscrita no CNPJ sob n. 02.819.125/0001-73 ("Instituicao Intermediaria"), vem a publico comunicar o encerramento da distribuicao publica primaria de sobras de acoes ordinarias e acoes preferenciais nao subscritas no ambito do aumento de capital aprovado pelo Conselho de Administracao da Companhia em reuniao datada de 16 de dezembro de 2010 ("Sobras" e "Aumento de Capital"). A referida distribuicao foi realizada por meio de leilao especial de sobras de direito de subscricao ocorrido na BM&FBOVESPA, em 1 de agosto de 2011, e envolveu o montante total de R$ 9.609.551,26 ("Leilao"). A realizacao do Leilao foi aprovada e registrada pela CVM sob o n. CVM/SRE/REM/2011/021, em 21 de julho de 2011, no ambito do Processo n. RJ-2011-03717.

A instituicao financeira contratada pela Companhia para a prestacao do servico de escrituracao das acoes de emissao da Companhia e o Itau Unibanco S.A..

A Companhia e a Instituicao Intermediaria anunciam que nao houve subscricao de Sobras durante o Leilao. O resultado final do Aumento de Capital, apos a realizacao do Leilao, pode ser resumido da seguinte maneira:

Acoes ON % Acoes PN % Total % Total de acoes emitidas 239.323.120.111 100,0% 236.632.936.873 100,0% 475.956.056.984 100,0%

Total subscrito antes do leilao 182.189.973.922 76,13% 133.606.895.357 56,46% 315.796.869.279 66,35%

Acoes colocadas em leilao 57.133.146.189 23,87% 103.026.041.516 43,54% 160.159.187.705 33,65%

Acoes subscritas no leilao 0 0% 0 0% 0 0%

Sobras Finais 57.133.146.189 23,87% 103.026.041.516 43,54% 160.159.187.705 33,65%

Todas as acoes nao subscritas no Leilao serao canceladas. As acoes a serem canceladas representam 7,55% do total de acoes ordinarias da Companhia, 13,62% do total de acoes preferenciais da Companhia e 10,59% do total de acoes em que se divide o capital social da Companhia, considerando-se para esse calculo a totalidade das acoes emitidas por forca do Aumento de Capital.

Em razao do cancelamento das Sobras, aos acionistas que subscreveram qualquer quantidade de acoes no ambito do Aumento de Capital sera facultada uma das seguintes alternativas: (a) ratificar sua manifestacao de vontade, em termos compativeis com as novas bases do Aumento de Capital, ou (b) revogar tal manifestacao de vontade, de modo a receber, em devolucao, as entradas feitas.

Os acionistas subscritores que desejarem revogar suas subscricoes originais deverao faze-lo entre os dias 03 de agosto e 09 de agosto de 2011, inclusive. Aqueles que tiveram suas acoes custodiadas junto ao Itau Unibanco S.A., deverao comunicar intencao de revisao de decisao de subscricao em qualquer agencia do Itau Unibanco autorizada a prestar servicos a acionistas.[i] Ja aqueles que tiveram suas acoes depositadas junto a BM&FBOVESPA deverao comunicar a referida decisao aos seus respectivos agentes de custodia.

Para tanto, os acionistas subscritores deverao apresentar os seguintes documentos, em via original ou copia autenticada:

Pessoa Fisica: Carteira de Identidade - RG, Cadastro de Pessoa Fisica - CPF e comprovante de endereco.

Pessoa Juridica: ultimo estatuto social ou contrato social consolidado e eventuais posteriores alteracoes, cartao de inscricao no CNPJ, documentacao societaria outorgando poderes de representacao, alem de Carteira de Identidade - RG, Cadastro de Pessoa Fisica - CPF e comprovante de endereco de seus representantes. Investidores residentes no exterior podem ser obrigados a apresentar outros documentos de representacao.

No caso de representacao por procuracao, sera necessaria a apresentacao do respectivo instrumento publico de mandato.

O reembolso dos valores pagos a titulo de subscricao de acoes emitidas por forca do Aumento de Capital sera feito em ate 15 (quinze) dias, contados do encerramento do prazo de 7 (sete) dias referido acima. Os valores correspondentes serao depositados em conta corrente indicada pelo acionista por ocasiao do pedido de reembolso.

As acoes cujas subscricoes forem revogadas, nos termos acima, tambem serao canceladas.

A ausencia de manifestacao por parte de qualquer dos acionistas subscritores, dentro do prazo de 7 (sete) dias, acima mencionado, sera considerada ratificacao tacita da subscricao.

Informacoes e documentos adicionais relativos a realizacao do Leilao encontram-se disponiveis nos sites da Companhia e da Comissao de Valores Mobiliarios.

"Este anuncio e de carater exclusivamente informativo, nao se tratando de oferta de venda de valores mobiliarios."

Manaus, 03 de agosto de 2011"

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Os 5 maiores credores da dívida americana

Brasil é o quinto maior detentor de títulos dos EUA; gráfico em US$ bilhões

VEJA GRÁFICO

http://exame.abril.com.br/mercados/infograficos/noticias/os-5-maiores-credores-da-divida-americana

Leilão sobras Tectoy

Não teve comprador para as sobras, o lado bom é que não vai aumentar ainda mais a quantidade de ações no mercado, estas sobras devem ser canceladas. Entrem no site abaixo e compare o balanços da empresa em 2010 e agora. Lembrando que esta ação chegou a bater em 0,60 quando a empresa tinha uma divida de 40 milhões e agora, com esta dívida quase liguidada, contratos e licenciamentos com grandes empresas, esta valendo apenas 0,05.

http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/mercados/acoes/empresas/ExecutaAcaoConsultaInfoEmp.asp?CodCVM=14133&ViewDoc=0

SOBRAS TECTOY - HOJE 01/08

Bom dia! Hoje, das 16:00 às 16:15 será o leilão de sobras da subscrição da TECTOY, se tiver comprador para estas sobras, vai puxar muito forte as cotações, mas mesmo que não tenha comprador, provavelmente subira, pois as cotações não condizem com a realizade da empresa, que esta reestruturada e diminuiu fortemente suas dívidas. Balanço até o dia 12/08. Ainda dá tempo de se posicionar. Boa sorte a todos!