sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sete pecados capitais do investidor: conheça e saiba como evitá-los

SÃO PAULO – Errar é humano e todos nós estamos sujeitos a cometer equívocos. Entretanto, sempre existem alguns comportamentos que devem ser evitados ao máximo, pois suas consequências podem ser desastrosas.

Quem investe ou pretende começar a aplicar o seu dinheiro também precisa se atentar para alguns erros considerados “graves”, para evitar perdas financeiras. Por isso, pedimos para o especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro, listar os sete pecados capitais dos investidores. Confira:

Pecado 1 – “Contabilidade mental”
O especialista explica que “Contabilidade mental” é o nome dado pelos estudiosos de finanças comportamentais ao comportamento de algumas pessoas que separam, mentalmente, o dinheiro em diferentes “compartimentos”.

“Imagine um sujeito que está guardando dinheiro na poupança - remunerado a uma taxa baixa - para pagar uma viagem, e não mexe naquele dinheiro de jeito nenhum. Mas ao mesmo tempo ele está com dívidas no cartão de crédito ou no cheque especial pagando taxas altíssimas”, diz Massaro.

Ele lembra que, neste caso, o mais racional seria tirar o dinheiro da poupança e pagar as dívidas, mas muitas pessoas não conseguem fazer isso. “Mentalmente, elas consideram aquele dinheiro intocável”, ressalta.

Pecado 2 – Não se informar
O segundo “pecado capital” do investidor é não procurar informação e não se educar financeiramente. “A educação financeira é uma ferramenta de liberdade pessoal, mas poucas pessoas conseguem enxergar isso. Quem é bem educado financeiramente consegue tomar suas decisões de forma muito mais clara e racional”, afirma Massaro.

Já aqueles que não investem neste tipo de educação correm um risco muito maior de tomar decisões erradas. “Ou então acabam tendo que recorrer a outras pessoas em busca de informações, que muitas vezes são tão ou mais despreparadas”, alerta o especialista.

Pecado 3 – Não diversificar
A diversificação de investimentos é uma das premissas básicas do gerenciamento de riscos. “É o 'feijão com arroz', o mínimo que alguém pode fazer. E a não-diversificação é, em grande parte, uma consequência do pecado anterior, pois a educação financeira deficiente faz com que não consigamos enxergar os riscos”, afirma.

Pecado 4 – Preconceito
O preconceito em relação aos investimentos é mais um dos erros comuns dos investidores e que pode ser classificado como um dos “pecados capitais”.

“Um caso clássico é o daquele sujeito que tem muito dinheiro e coloca tudo numa caderneta de poupança, pois ele aprendeu que era o Investimento mais seguro que existe e simplesmente não quer nem ouvir falar de outra coisa”, diz Massaro. “Às vezes ele até conhece outras alternativas tão seguras quanto e mais rentáveis, mas o medo fala mais alto e ele permanece 'abraçado' às suas crenças, sem perceber que pode não estar fazendo o melhor para si”, completa.

Pecado 5 – Investir pontualmente
O especialista lembra que investir não deve ser uma atitude isolada e pontual, e sim um hábito. “O investidor disciplinado cria uma regra para si – por exemplo, investir todo mês 10% do salário - e transforma isso em hábito, o que acaba levando a uma vida financeira cada vez mais sólida e saudável”, diz.

Já o investidor pouco eficiente, segundo Massaro, é aquele que investe algum dinheiro em determinado momento da vida e nunca mais se preocupa em fazê-lo de novo.

Pecado 6 – Expectativas irreais
O especialista ressalta que investir no mercado financeiro dificilmente é um caminho para o enriquecimento fácil e rápido,mas muita gente ainda acredita que vai dar a “grade tacada”.

“Por conta disso, a pessoa acaba se expondo a riscos elevados e pode perder (muito) dinheiro”, alerta. “É importante saber qual é o retorno médio dos investimentos mais conservadores do mercado e fazer os planos e projeções baseados neles”, aconselha o especialista.

Pecado 7 – Se “casar” com os investimentos
Comprar ações de uma empresa, esperando uma grande valorização em um curto ou médio prazo, e ser surpreendido com um movimento contínuo de queda é uma situação comum no mercado acionário.

Neste caso, o especialista afirma que é preciso ter um pouco de coragem para cortar as perdas rapidamente e preservar o capital aplicado. “Mas muitas pessoas têm dificuldade em assumir que tomaram uma decisão errada e por isso ficam ali, sofrendo e vendo o investimento 'derreter', na expectativa de que as coisas vão melhorar”, critica.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/investimentos/noticia/2323987-sete+pecados+capitais+investidor+conheca+saiba+como+evita+los

MILK11

Oscila entre 0,39 e 0,44
Rompendo resistência de 0,44 vai a 0,55
Perdendo suporte 0,39 vai 0,36
Divêrgencia no macd desde dez/11
Acima de 0,44 entrar comprando
Acima de 0,60 pode ter alta mais forte no longo prazo chegando a 1,04
No momento, não fazer operação na ponta vendedora, muito perigoso.



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Bolha Imobiliária Brasileira

Quem acredita ou torce pela bolha imobiliária brasileira pode continuar aguardando, pois o setor continuará aquecido, devido a compa dom undo de 2014 e olimpíadas de 2016 e este assunto pode se tornar realidade somente após 2016.

Financiamento imobiliário cresce 42% em 2011

O volume dos financiamentos para aquisição e construção de imóveis cresceu 42% em 2011, um novo recorde histórico no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Ao todo, em 2011, foram concedidos R$ 79,9 bilhões em empréstimos para a construção e compra de imóveis, R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010. Já em dezembro, os financiamentos imobiliários atingiram o montante de R$ 8,2 bilhões, crescimento de 34% em comparação a dezembro de 2010.

Em 2011, de janeiro a dezembro, foram financiadas 493 mil unidades, com crescimento de 17% em relação ao número registrado em 2010. E em dezembro, foram financiados 49,6 mil imóveis, também constituindo um novo recorde histórico mensal.

Para finalizar, comparado a novembro, o resultado de dezembro cresceu 27%. Em relação a dezembro de 2010, a evolução foi de 14%.

Fonte: http://investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/tempo-real/financiamento-imobiliario-cresce-42-em-2011.html


Refugiados denunciam maus-tratos em fábrica da Sadia

Ameaçado de morte pelo Talebã por se recusar a pagar propinas ao grupo, Mahmoud (nome fictício) achou por bem abandonar sua cidade, na fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão.

Pagou US$ 5 mil dólares a uma gangue de tráfico humano, que prometeu lhe enviar a um país do outro lado do mundo do qual sabia muito pouco, mas onde, segundo o grupo, poderia solicitar refúgio e reiniciar sua vida em paz: o Brasil.

Algumas semanas depois, já em território brasileiro, ele diz ter sido vítima de uma rede de exploração de trabalhadores estrangeiros em frigoríficos nacionais.

Quando completou quatro meses de trabalho e começava a se adaptar à nova vida, Mahmoud foi transferido de Estado por seu empregador. Dormia sempre em alojamentos apinhados de estrangeiros, que se revezavam nas poucas camas disponíveis.

Nas fábricas, executava uma única tarefa: com uma faca afiada, degolava cerca de 75 frangos por minuto pelo método halal, selo requerido pelos países de maioria islâmica que importam a carne brasileira. "Não dava nem para enxugar o suor", ele conta, referindo-se à alta velocidade com que tinha de executar os cortes na linha de abate. Pelo trabalho, recebia cerca de R$ 700 mensais.

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior a exportação de frango halal para países muçulmanos rendeu cerca de R$ 5 bilhões ao Brasil em 2011.

Certo dia, como um colega se adoentou, Mahmoud foi escalado para trabalhar por dois turnos seguidos. Ao se queixar ao supervisor, foi insultado e demitido. No dia seguinte, outro estrangeiro já ocupara seu lugar.

Sem um tostão, hoje aguarda pela definição do seu pedido de refúgio ao Conare (Comitê Nacional para os Refugiados, órgão vinculado ao Ministério da Justiça), faz as refeições em centros religiosos e procura outro emprego.

"Disseram que no Brasil eu encontraria paz, mas virei um escravo e, hoje, vivo como um mendigo."

A BBC Brasil contatou, além de Mahmoud, outros dois trabalhadores que se disseram vítimas das mesmas condições de trabalho em frigoríficos brasileiros.

Os dois últimos integram um grupo de 25 estrangeiros que trabalham na fábrica da Sadia (hoje parte da BR Foods, maior empresa alimentícia brasileira e uma das maiores do mundo) em Samambaia, no Distrito Federal. Quase todos moram em duas casas cedidas pela CDIAL Halal, empresa terceirizada pela Sadia para o abate dos frangos pelo método halal.

A BBC Brasil obteve fotos do interior de uma das residências. Nos quartos, habitados por até oito pessoas, colchões empilhados durante o dia são esticados no chão à noite, para compensar a falta de camas. Como não há armários nem geladeira na casa, as roupas e a comida são armazenadas no chão ou sobre o estrado de uma cama, improvisado como mesa.

As refeições são feitas no chão do quarto, em cima de um pedaço de papelão. Na cozinha, o fogão acumula crostas de gordura.

Todos os trabalhadores são muçulmanos, já que o abate halal requer que os animais tenham suas gargantas cortadas manualmente por seguidores do islã. Eles devem pronunciar a frase "Em nome de Deus, Deus é maior!" (Bismillah Allahu Akbar, em árabe) antes de cada degola. O gesto deve cortar a traqueia, esôfago, artérias e a veia jugular, para apressar o sangramento e poupar o animal de maior sofrimento.

Segundo a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, há apenas três empresas no Brasil que fornecem o certificado halal, dentre as quais a CDIAL Halal – braço do grupo religioso CDIAL (Centro de Divulgação do Islã para a América Latina, baseado em São Bernardo do Campo).

A CDIAL Halal, que presta serviços para quase todas as empresas brasileiras que exportam carne para os países islâmicos, diz empregar cerca de 350 funcionários no abate halal, 90% dos quais provêm de países africanos ou asiáticos como Senegal, Somália, Bangladesh, Paquistão, Iraque e Afeganistão.

Boa parte dos oriundos de áreas em conflito obtêm status de refugiado no Brasil, o que lhes permite trabalhar legalmente. Os outros se estabelecem como imigrantes e, ao conseguir trabalho no abate halal, atividade para a qual há pouca mão de obra brasileira disponível, têm o caminho para sua regularização encurtado.

Condições análogas à escravidão

Para o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT) Ricardo Nino Ballarini, as condições relatadas pelos trabalhadores em Samambaia são análogas à escravidão.

"A empresa se vale da situação vulnerável deles no país, o que permite caracterizar condição análoga à de escravo. Ao transferi-los constantemente de Estado, impede que criem raízes, que estabeleçam relações pessoais e denunciem os abusos à polícia", afirma.

Ballarini diz que a situação se assemelha à descrita por estrangeiros que executam o abate halal em duas fábricas da Sadia no Paraná, onde a CDIAL Halal também é responsável pela atividade.

As condições laborais nas duas fábricas, nos municípios de Dois Vizinhos e Francisco Beltrão, são objeto de duas ações movidas pelo procurador. Ele diz que, em ambas as unidades, os funcionários estrangeiros enfrentavam jornadas de até 15 horas diárias, não recebiam hora extra e eram privados de benefícios dados aos trabalhadores da Sadia, como participação nos lucros e plano de saúde. Além disso, afirma que muitos trabalhavam sem carteira assinada.

Ballarini conta que os trabalhadores, que costumam chegar ao Brasil com vistos de turista, são geralmente arregimentados para o serviço em mesquitas.

"Mesmo sabendo que a situação é precária, eles têm medo de denunciar e serem deportados."

Já a CDIAL Halal afirmou em nota que todos os seus funcionários encontram-se em situação legal no país e procuram a empresa por livre vontade. A companhia diz que o abate se dá conforme normas adequadas de segurança, que todos os funcionários têm carteira assinada e executam jornada de até oito horas (intercaladas entre uma hora trabalhada e uma de descanso), registrada por relógio de ponto biométrico.

A empresa afirma ainda que horas extras são devidamente registradas e pagas, e que todos os funcionários são amparados por acordos coletivos firmados com sindicatos da classe.

Quanto às transferências dos trabalhadores, a CDIAL Halal afirma que alguns contratos de trabalho contam com cláusula que prevê essas ações. Nesses casos, a empresa diz arcar com os custos da mudança.

Rede nacional

Segundo o procurador Ballarini, os casos de Samambaia e das fábricas paranaenses indicam que pode haver uma rede nacional de exploração de trabalho no abate halal.

A BBC Brasil apurou que irregularidades nessa atividade também são objeto de uma investigação do MPT em Campinas (SP).

Comunicado sobre esta reportagem, o Ministério Público do Trabalho anunciou que designou a procuradora Marici Barros Pereira para investigar as denúncias de abusos na fábrica em Samambaia. O Ministério do Trabalho também afirmou que apuraria as denúncias e que prepara uma nova regulamentação para o trabalho em frigoríficos.

A denúncia contra a fábrica da Sadia em Dois Vizinhos foi julgada procedente, e a BR Foods (Sadia) e a CDIAL Halal foram condenadas a pagar R$ 5 milhões ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), como forma de reparar os danos causados aos trabalhadores.

As empresas recorreram, e o tribunal de segunda instância baixou o valor da indenização para R$ 1 milhão, embora tenha mantido a decisão da corte anterior. Agora, a empresa deve recorrer outra vez.

Já a ação movida contra a fábrica da Sadia em Francisco Beltrão foi julgada improcedente, e o MPT recorreu.

Terceirização

Além de condenar as condições de trabalho no abate halal, Ballarini considera ilegal a terceirização da atividade, efetuada pela BR Foods em todas as suas fábricas que exportam para países islâmicos. Ele argumenta que uma companhia só pode terceirizar uma de suas atividades-fim (no caso da Sadia, o abate de animais) se não houver subordinação entre os terceirizados e a empresa principal.

No entanto, diz que o abate halal se dá inteiramente na linha de montagem da Sadia, com participação de funcionários da companhia em todos os processos que não a degola.

"Ao terceirizar, a empresa economiza dinheiro. Foi o que Sadia fez", diz. "Nada impede que a Sadia contrate os empregados, ainda que adeptos do islã. Só a supervisão e a certificação deveriam ser feitas pela entidade competente".

Já a BR Foods (Sadia) afirmou em nota que a terceirização do abate halal atende à exigência dos mercados islâmicos. "De acordo com tais exigências, o trabalho deve ser executado por funcionários muçulmanos que sejam vinculados a uma entidade certificada pelas autoridades daqueles países. Portanto, a contratação terceirizada é uma necessidade."

A empresa afirma, no entanto, que os funcionários terceirizados cumprem uma jornada de trabalho equivalente à dos trabalhadores da empresa e estão sujeitos às mesmas condições que os outros funcionários da unidade.

A BR Foods não se pronunciou sobre as condições dos dormitórios dos funcionários terceirizados. CDIAL Halal, por sua vez, afirmou que "não tem qualquer obrigação de tutelar o domicílio de seus empregados, tampouco seus hábitos de higiene pessoal".

A empresa diz que a concessão de residência visa apenas facilitar os entraves burocráticos que os empregados encontram para alugar uma residência. Ainda assim, a empresa diz adotar "uma série de medidas para orientar e auxiliar seus empregados no âmbito doméstico, inclusive disponibilizando uma faxineira para limpeza das casas uma vez por semana."



Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/120125_refugiados_maus_tratos_sadia_jf.shtml

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

PETR4

Destaque do nosso mercado ontem, voltou a subir com muita força e volume muito acima da média. Deu boas entradas no intraday, mas não vejo entradas de swing. É preciso aguardar uma correção.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Porque a PETR4 subiu forte hoje, +3,60%. ?

Petróleo fecha em alta, após UE aprovar embargo contra commodity do Irã


SÃO PAULO - Os principais contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira (23), interrompendo uma sequência de três quedas consecutivas da cotação em Nova York. Os preços da commodity ganharam força após os diplomatas da União Europeia concordarem em impor um embargo total às importações de petróleo do Irã. A medida deve entrar em vigor pleno no próximo dia 1º de junho e tem como objetivo pressionar ainda mais o governo de Teerã a voltar a discutir seu programa nuclear.

Além disso, a UE também vai impor restrições ao Banco Central iraniano e expandir uma série de outras medidas já existentes que visam diminuir a capacidade do Irã de negociar com outros países. Após o anúncio da UE, os líderes da Alemanha, França e Reino Unido enviaram uma mensagem clara pedindo, apesar das ameaças de Teerã, a paralização imediata do programa nuclear do regime de Mahmoud Ahmadinejad.

Diante disso, a cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 110,82 no pregão desta segunda-feira, alta de 0,46% em relação ao último fechamento. Já o contrato com vencimento em fevereiro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 99,58 por barril, configurando uma alta de 1,14% frente ao fechamento anterior.

Europa no radar
Os investidores ainda acompanharam o noticiário europeu, com destaque para a Grécia. O governo grego e seus credores não conseguiram chegar a um acordo durante o fim de semana. O grupo que representa os detentores de títulos privados nas negociações com o governo grego revela que a sua melhor oferta já foi feita, o que resultaria em um perdão líquido de 65% a 70% dos valores. Contudo, as partes ressaltam os progressos das negociações, sendo que este ainda deverá ser um dos assuntos em pauta em Bruxelas, assim como o novo pacote de ajuda de € 130 bilhões ao país.


Fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2320741-petroleo+fecha+alta+apos+aprovar+embargo+contra+commodity+ira


Milk11


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Tectoy - TOYB4

Passando dos 0,06, terá como alvo de médio prazo 0,16



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TECTOY (TOYB3 e TOYB4)

Chegou a hora, aumento de volume, indicadores apontando para cima e rompimento das ltb. Obs. Toyb4 sempre sobe mais.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Tenaris fará nova OPA pelas ações da Confab, agora pelo valor de R$ 5,85 por ação

SÃO PAULO - A Tenaris, acionista controladora indireta da Confab (CNFB4), informou que os acionistas detentores de 75.208.835 ações preferenciais da companhia, representantes de 32,6% das ações em circulação, decidiram retomar a OPA (Oferta Pública de Aquisição) do capital da Confab.

Assim, a Tenaris retoma a ideia de fechamento do capital da sua controlada, operação que já havia sido anunciada em agosto do ano passado, mas que foi cancelada no final de outubro. Segundo comunicado da Confab, a nova OPA apresentará as mesmas condições do edital original, com a única mudança no preço a ser pago pelas ações, que aumentou para R$ 5,85 por papel ordinário ou preferencial - valor 21,96% maior do que a cotação de fechamento de CNFB4 na última quarta-feira (18).

Esse novo valor deve-se à correção da variação da Selic desde a presente data até o dia anterior da realização do leilão decorrente da nova OPA. Por sua vez, este valor será deduzido do valor bruto de eventuais dividendos e juros sobre capital próprio declarados ou pagos desde 1º e janeiro de 2011 até a data do leilão.

Agora vai?
Em nota, a companhia ressalta que os acionistas já aceitaram este preço e se comprometeram a alienar a totalidade de suas acões de emissão da empresa como nova OPA e se comprometeram em alienar sua participação nas ações.

As ações PN da Confab ainda estão em leião de abertura no pregão desta quinta-feira (19). Por volta das 11h27 (horário de Brasília), o preço teórico firmado pelo mercado está em R$ 5,69, o que representa uma alta de 23,70% ante o fechamento anterior.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/confab/noticia/2317797-tenaris+fara+nova+opa+pelas+acoes+confab+agora+pelo+valor

MILK11

Este comunicado esta sendo divulgado no fórum advfn a dias sobre este evento no dia 20/01, amanhã. Talvez traga alguma oscilação (especulação) mais forte na Milk11.


Prezados senhores(as)
, !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! !!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Viemos através deste Portal divulgar a convocação para todos os acionistsas e ex acionistas minoritários da empresa LAEP INVESTMENTS LTD Sexta Feira 20/01 para
uma manifestação em São Paulo (Vila Olímpia) em frente ao escritório da LAEP cujo objetivo principal é mostrar nossa indignação à LAEP de forma pacífica e uma forma de apelo para atrair a mídia e questionar certas ações praticadas pela companhia que são bem convenientes a eles;

Esta manifestação irá se estender até a Bovespa e Daslu.
Contamos com a presença de todos.

Sobre a Manifestação:
Nossa manifestação é pacífica e tem por finalidade primordial chamar a atenção da diretoria da LAEP e da sociedade em geral e que nós, na condição de acionistas minoritários, estamos sendo completamente lesados moral e financeiramente.
Queremos e exigimos posturas transparentes, como Balanços em dia (ITRS e DFP), Finalização das subscrições, Recuperação Judicial, maior transparência nos negócios da empresa que foram realizados (Daslu) e que não foram realizados (Empark) e que dentro destas condiçoes normais, o mercado possa fazer a sua parte e estipular um preço justo do ativo;
Queremos mostrar que nosso ostracismo chegou ao fim e que já é mais do que hora de irmos em busca dos nossos direitos como acionistas.

Materiais a ser utilizados
Nariz de palhaço
apitos
Faixas.
E outros.. (camisas com estampa)

Todos os materiais em negrito já estão em posse do acionista organizador;

Imprensa:
Fizemos contato com alguns jornalista que se interessaram em cobrir a manifestação


Divulgação Pós Evento:
Será feito um vídeo e divulgado em grandes mídias em seguida, dentre elas, Youtube.


Cronogramas:
LAEP - 12:00pm
DASLU - 14:00pm
BOVESPA - 16:00pm
Este cronograma pode ser alterado de acordo com que caminha
a Manifestação, porém pelo menos seria importante
cumprir dois dos três cronogramas;

Custos da Organização:
O material já foi adquirido e não vai ser cobrado de ninguém.
Cada um arca somente com o seu custo que será
o custo de transporte e alimentação;

Alguns acionistas se disponibilizaram a ajudar financeiramente
caso tenha algum custo fora do previsto.


Ponto de encontro:
O ponto de encontro vai ser em frente ao escritório da LAEP mesmo, na rua e os organizadores chegarão com antecedência.


Para maiores informações entrar em contato com Guilherme adminstrador do Portal Coopermilk ou Otávio (acionista da LAEP e advogado - representante da Manifestação);
nos respectivos e-mails: contato@coopermilk11.com e otavio@vargasadvogadosassociados.com.br


Endereço:
Rua: Gomes de Carvalho 1507 - 1º Andar - Vila Olímpia
Cep: 04547-005
São Paulo - SP

RENTABILIDADE MILK11 DURANTE 2011

DEZEMBRO/2010 = 0,70(7,00)

JANEIRO/2011 = 0,62(6,20) -11,43%

FEVEREIRO/2011 = 0,57(5,70) -8,06%

MARÇO/2011 = 0,41(4,10) -28,07%

ABRIL/2011 = 0,24(2,40) -41,46%

MAIO/2011 = 0,205(2,05) -14,58%

JUNHO/2011 = 0,122(1,22) -40,49%

JULHO/2011 = 0,102(1,02) -16,39%

AGOSTO/2011 = 0,076(0,76) -25,49%

SETEMBRO/2011 = 0,088(0,88) +15,79%

OUTUBRO/2011 = 0,073(0,73) -17,05%

NOVEMBRO/2011 = 0,046(0,46) -36,99%

DEZEMBRO/2011 = 0,044(0,44) -4,35%


ACUMULADO EM 2011 = PREJUIZO 93,71%

TAM saindo da bolsa

Também na noite passada, a TAM (TAMM4) apresentou à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) pedido para realizar uma OPA (oferta pública para aquisição) de ações para o fechamento de capital da companhia. Trata-se de mais uma etapa da fusão da empresa com a chilena LAN, que dará origem à Latam Airlines.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

JBDU4 - TOYB4

Hoje a jbdu4 mostrou que quem não estiver posicionado perde na hora da disparada e paga mais caro, estou na fila desde ontem tentando comprar mais toyb4 a 0,03, mas atento para comprar na pedra a 0,04 e acho que vai ter que ser desta maneira mesmo.
Desde o inicio de janeiro, podemos observar o movimento dos famosos "micos", agen11, cbma4, jbdu4, as textis, enfim, esta chegando a hora da toyb4, e não será apenas especulação, ela tem fundamento, os aparelhos de dvd's já podem ser encontrado em vários sites do Brasil, o que mostra que a distribuição melhorou muito, mantendo a espectativa para novamente um balanço positivo.