Mercados financeiros em Londres e Paris chegaram a abrir o pregão em alta, mas inverteram a tendência e já operam em queda.
As bolsas europeias operam nesta terça-feira com volatilidade, dando prosseguimento a uma sessão carregada de sobe e desce na Ásia.
O índice FTSE 100, da bolsa de Londres, o Dax, de Frankfurt, e o CAC 40, de Paris, chegaram a abrir em alta, mas inverteram a tendência e caíam na primeira hora do pregão. Às 5h45 de Brasília, o FTSE 100 caía 4%, o DAX perdia 4,8%, e o CAC 40 recuava 2,9%.
Na Ásia, os principais mercados também fecharam em baixa. O índice Nikkei, da bolsa japonesa, perdeu 1.7%, o Kospi sul-coreano encerrou em baixa de 3,6% e o Hang Seng, de Hong Kong, em queda de 2,8%. Os investidores asiáticos recuperaram parte de suas perdas no fim das negociações. Mais cedo, o índice japonês chegou a cai 4,4%, o chinês, 6,4%, e o sul-coreano, 9,9%.
O abalo na confiança causado pelo rebaixamento da nota da dívida americana na sexta-feira continua injetando apreensão nos mercados. “Os investidores estão preocupados com a solução que a Europa e os Estados Unidos vão encontrar para se livrar do peso da dívida pública (caso a economia mundial não volte a crescer)”, disse a analista Kathleen Gaffney, da Loomis Sayles. “O que está abalando os mercados é um temor em relação ao crescimento.”
A avaliação é que, embora robusto no momento, o crescimento da Ásia pode ser duramente afetado por uma deterioração das economias nos EUA e na Europa. Estes fatores também estão castigando as negociações em outros mercados. Os preços do petróleo do petróleo também operam em queda – o tipo WTI custando abaixo de US$ 80 o barril. O ouro, procurado por investidores preocupados em encontrar ativos mais sólidos, opera em alta.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Sobre a crise
Vídeo com Marcelo Coutinho, vale a pena assistir.
http://www.youtube.com/watch?v=-I6YCm4c5EY
http://www.youtube.com/watch?v=-I6YCm4c5EY
Tensão persiste e bolsas asiáticas têm fortes perdas
Mercados ainda reagem ao rebaixamento da nota da dívida dos EUA pela agência Standard & Poor's e a temores de nova recessão global
iG São Paulo | 08/08/2011 21:40 - Atualizada às 23:26
Depois de um dia de turbulência nos mercados financeiros do mundo todo, as bolsas asiáticas ensaiam uma nova queda nesta terça-feira (9, segunda à noite no Brasil).
O índice Nikkei, da Bolsa de Valores de Tóquio, abriu em baixa de 2,08%, aos 8.908,31 pontos e, após os primeiros 45 minutos, já perdia 4,07%, cedendo ao pânico que na segunda-feira tomou os mercados de todo o mundo.
No pregão anterior, o indicador caiu 2,2% e terminou aos 9.097,56 pontos, o seu menor nível desde 17 de março. Na sexta-feira (5), a bolsa japonesa também se desvalorizou (-3,72%).
Em Seul, o índice Kospi abriu a terça-feira com perdas de 3,29%, a 1.807,88 pontos, e atingiu recuo de 5% no início dos negócios.
Em Sidney, a bolsa abriu em queda de 2%, mas já perdia 5% após uma hora de pregão.
No início das negociações na Austrália, o índice S&P/ASX 200 desabou 157,8 pontos (3,96%) até os 3.828,3 inteiros, enquanto o índice dos All Ordinaries retrocedeu 169 pontos (4,2%), até as 3.887,7 unidades, o nível mais baixo desde julho de 2009.
As únicas cinco empresas que obtiveram lucro foram as mineiras de ouro que se beneficiaram pelo preço do metal que estava cotado nesta manhã em US$ 1.724 a onça.
Enquanto isso, a moeda australiana estava cotada nesta terça-feira a US$ 101,50, dois centavos abaixo de sua cotação do fechamento da segunda-feira.
Na Nova Zelândia, a bolsa registrou seu terceiro dia de perdas e o índice NZX-50 caiu 94,27 pontos (3%) até os 3.091,18 inteiros, após cair cerca de 3% desde sexta-feira passada.
A Bolsa de Hong Kong foi arrastada pela tendência e minutos após a abertura já recuava 6,05%, com o índice Hang Seng baixando 1.239,93 pontos, a 20.250 unidades.
O mercado asiático ainda repercute o rebaixamento da nota da dívida soberana dos Estados Unidos pela agência de classificação de riscos Standard & Poor's. A decisão agravou o temor por uma nova recessão global.
iG São Paulo | 08/08/2011 21:40 - Atualizada às 23:26
Depois de um dia de turbulência nos mercados financeiros do mundo todo, as bolsas asiáticas ensaiam uma nova queda nesta terça-feira (9, segunda à noite no Brasil).
O índice Nikkei, da Bolsa de Valores de Tóquio, abriu em baixa de 2,08%, aos 8.908,31 pontos e, após os primeiros 45 minutos, já perdia 4,07%, cedendo ao pânico que na segunda-feira tomou os mercados de todo o mundo.
No pregão anterior, o indicador caiu 2,2% e terminou aos 9.097,56 pontos, o seu menor nível desde 17 de março. Na sexta-feira (5), a bolsa japonesa também se desvalorizou (-3,72%).
Em Seul, o índice Kospi abriu a terça-feira com perdas de 3,29%, a 1.807,88 pontos, e atingiu recuo de 5% no início dos negócios.
Em Sidney, a bolsa abriu em queda de 2%, mas já perdia 5% após uma hora de pregão.
No início das negociações na Austrália, o índice S&P/ASX 200 desabou 157,8 pontos (3,96%) até os 3.828,3 inteiros, enquanto o índice dos All Ordinaries retrocedeu 169 pontos (4,2%), até as 3.887,7 unidades, o nível mais baixo desde julho de 2009.
As únicas cinco empresas que obtiveram lucro foram as mineiras de ouro que se beneficiaram pelo preço do metal que estava cotado nesta manhã em US$ 1.724 a onça.
Enquanto isso, a moeda australiana estava cotada nesta terça-feira a US$ 101,50, dois centavos abaixo de sua cotação do fechamento da segunda-feira.
Na Nova Zelândia, a bolsa registrou seu terceiro dia de perdas e o índice NZX-50 caiu 94,27 pontos (3%) até os 3.091,18 inteiros, após cair cerca de 3% desde sexta-feira passada.
A Bolsa de Hong Kong foi arrastada pela tendência e minutos após a abertura já recuava 6,05%, com o índice Hang Seng baixando 1.239,93 pontos, a 20.250 unidades.
O mercado asiático ainda repercute o rebaixamento da nota da dívida soberana dos Estados Unidos pela agência de classificação de riscos Standard & Poor's. A decisão agravou o temor por uma nova recessão global.
Marfrig lidera quedas na Bovespa após venda a descoberto dobrar
Ações da empresa chegaram a cair 27,1% e podem fechar no recorde de baixa da bolsa
São Paulo - As apostas na queda das ações da Marfrig Alimentos SA quase dobraram na última semana e ajudam a empresa a liderar as baixas no Ibovespa.
Operadores alugaram 15,3 milhões de ações da companhia até o dia 5 de agosto, o equivalente a 4,4 por cento das ações, segundo dados levantados pela Bloomberg e a Central Brasileira de Liquidação e Custódia. Isso comparado às 7,9 milhões de ações, ou 2,3 por cento, em 1 de agosto. Os operadores lucram ao se desfazer das ações na esperança de comprá-las mais tarde a um preço menor, transação conhecida como venda a descoberto ou ‘short selling’.
A Marfrig, segunda maior processadora de carnes da América Latina, tinha queda de 27,1 por cento, para R$ 8,75, às 16:10. Caso feche nesse patamar, será um recorde de baixa. O Ibovespa tinha queda de 7,2 por cento no mesmo horário e acumula recuo de 29,7 por cento no ano.
“Há uma possibilidade de um grande fundo estar saindo”, disse Sandra Peres, analista da Coinvalores. “O mercado está mesmo muito ruim.”
A assessoria de imprensa da Marfrig informou, através de e- mail, que a companhia não comenta oscilações de mercado.
São Paulo - As apostas na queda das ações da Marfrig Alimentos SA quase dobraram na última semana e ajudam a empresa a liderar as baixas no Ibovespa.
Operadores alugaram 15,3 milhões de ações da companhia até o dia 5 de agosto, o equivalente a 4,4 por cento das ações, segundo dados levantados pela Bloomberg e a Central Brasileira de Liquidação e Custódia. Isso comparado às 7,9 milhões de ações, ou 2,3 por cento, em 1 de agosto. Os operadores lucram ao se desfazer das ações na esperança de comprá-las mais tarde a um preço menor, transação conhecida como venda a descoberto ou ‘short selling’.
A Marfrig, segunda maior processadora de carnes da América Latina, tinha queda de 27,1 por cento, para R$ 8,75, às 16:10. Caso feche nesse patamar, será um recorde de baixa. O Ibovespa tinha queda de 7,2 por cento no mesmo horário e acumula recuo de 29,7 por cento no ano.
“Há uma possibilidade de um grande fundo estar saindo”, disse Sandra Peres, analista da Coinvalores. “O mercado está mesmo muito ruim.”
A assessoria de imprensa da Marfrig informou, através de e- mail, que a companhia não comenta oscilações de mercado.
REGRAS CIRCUIT BREAKER
Abaixo são detalhadas as regras para acionamento do Circuit Breaker, conforme o capítulo XVIII do Manual de Procedimentos Operacionais da Bolsa de Valores de São Paulo S/A.
REGRA 1: Quando o Ibovespa atingir limite de baixa de 10% (dez por cento) em relação ao índice de fechamento do dia anterior, os negócios na BVSP, em todos os mercados, serão interrompidos por 30 (trinta) minutos.
REGRA 2: Reabertos os negócios, caso a variação do Ibovespa atinja uma oscilação negativa de 15% (quinze por cento) em relação ao índice de fechamento do dia anterior, os negócios na BVSP, em todos os mercados, serão interrompidos por 1 (uma) hora.
REGRA 3: Reabertos os negócios, caso a variação do Ibovespa atinja uma oscilação negativa de 20% (vinte por cento) em relação ao índice de fechamento do dia anterior, a BVSP poderá determinar a suspensão dos negócios em todos os mercados por prazo definido a seu critério, sendo comunicado ao mercado tal decisão por meio da Agência Bovespa de Notícias (ABO-OPERAÇÕES).
REGRAS GERAIS: Não haverá acionamento das REGRAS 1, 2 ou 3 na última meia hora de funcionamento do Pregão; Ocorrendo a interrupção dos negócios na penúltima meia hora de negociação, na reabertura dos negócios, o horário será prorrogado em, no máximo, mais 30 (trinta) minutos, sem qualquer outra interrupção, de tal forma que se garanta um período final de negociação de 30 (trinta) minutos corridos.
REGRA 1: Quando o Ibovespa atingir limite de baixa de 10% (dez por cento) em relação ao índice de fechamento do dia anterior, os negócios na BVSP, em todos os mercados, serão interrompidos por 30 (trinta) minutos.
REGRA 2: Reabertos os negócios, caso a variação do Ibovespa atinja uma oscilação negativa de 15% (quinze por cento) em relação ao índice de fechamento do dia anterior, os negócios na BVSP, em todos os mercados, serão interrompidos por 1 (uma) hora.
REGRA 3: Reabertos os negócios, caso a variação do Ibovespa atinja uma oscilação negativa de 20% (vinte por cento) em relação ao índice de fechamento do dia anterior, a BVSP poderá determinar a suspensão dos negócios em todos os mercados por prazo definido a seu critério, sendo comunicado ao mercado tal decisão por meio da Agência Bovespa de Notícias (ABO-OPERAÇÕES).
REGRAS GERAIS: Não haverá acionamento das REGRAS 1, 2 ou 3 na última meia hora de funcionamento do Pregão; Ocorrendo a interrupção dos negócios na penúltima meia hora de negociação, na reabertura dos negócios, o horário será prorrogado em, no máximo, mais 30 (trinta) minutos, sem qualquer outra interrupção, de tal forma que se garanta um período final de negociação de 30 (trinta) minutos corridos.
CAPITALISMO PELO MUNDO AFORA
Capitalismo Ideal:
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!
Capitalismo Americano:
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.
Capitalismo Francês:
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.
Capitalismo Canadense:
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem.
Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
Capitalismo Japonês:
Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
Capitalismo Italiano:
Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!
Capitalismo Britânico:
Você tem duas vacas. As duas são loucas.
Capitalismo Holandês:
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
Capitalismo Alemão:
Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
Capitalismo Russo:
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
Capitalismo Suiço:
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.. Você cobra para guardar a vaca dos outros.
Capitalismo Espanhol:
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
Capitalismo Português:
Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce...
Capitalismo Chinês:
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas.
Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade.
E prende o ativista que divulgou os números.
Capitalismo Hindu:
Você tem duas vacas. Ai de quem tocar nelas.
Capitalismo Argentino:
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês..
As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.
Capitalismo Brasileiro:
Você tem duas vacas. Uma delas é roubada.
O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo...
Nervosismo deve aumentar se Fitch e Moody's seguirem S&P, diz economista
SÃO PAULO - Após a Standard & Poor's ter decidido cortar o rating dos EUA na última sexta-feira (5), de AAA para AA+, o mercado agora aguarda ansiosamente o posicionamento de Fitch Ratings e Moody's quanto à deterioração fiscal do país.
Nas últimas semanas, ambas as agências de classificação de risco alertaram o país sobre a frágil situação e afirmaram que não hesitariam em realizar cortes na nota de crédito caso fosse necessário.
Caso Fitch e Moody's sigam este caminho, o aumento do nervosismo no mercado será visível, garante o economista da Senso Corretora, Antônio César Amarante Neto, pois reduz a percepção de que a decisão da Standard & Poor's possa eventualmente ter sido isolada e precipitada, como afirma o governo norte-americano.
Debandada
Além disso, pode haver uma debandada de fundos de investimentos, inclusive soberanos, junto às treasuries, uma vez que muitos deles têm discriminado em seu regulamento a obrigatoriedade da aplicação de recursos em papéis com rating AAA de pelo menos duas agências, o que pode intensificar ainda mais a aversão ao risco no mercado internacional, e consequentemente, pressionar ainda mais as bolsas de valores.
Momento equivocado
No entanto, Amarante tece uma dura crítica à postura das agências. Para ele, o timming da S&P foi totalmente equivocado, uma vez que a agência deveria ter realizado alertas há meses e não simplesmente cortado a nota no "meio do furacão da crise", afirmou.
O economista atribui essa postura como reflexos do trauma vivido em 2008, quando nenhuma das três agências foi capaz de prever diversas falências decorrentes da crise, sofrendo com casos emblemáticos como o de Lehman Brother e AIG, que possuíam notas AAA até horas antes da falência e da intervenção do governo, respectivamente.
Fonte: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8061881788353199670
Nas últimas semanas, ambas as agências de classificação de risco alertaram o país sobre a frágil situação e afirmaram que não hesitariam em realizar cortes na nota de crédito caso fosse necessário.
Caso Fitch e Moody's sigam este caminho, o aumento do nervosismo no mercado será visível, garante o economista da Senso Corretora, Antônio César Amarante Neto, pois reduz a percepção de que a decisão da Standard & Poor's possa eventualmente ter sido isolada e precipitada, como afirma o governo norte-americano.
Debandada
Além disso, pode haver uma debandada de fundos de investimentos, inclusive soberanos, junto às treasuries, uma vez que muitos deles têm discriminado em seu regulamento a obrigatoriedade da aplicação de recursos em papéis com rating AAA de pelo menos duas agências, o que pode intensificar ainda mais a aversão ao risco no mercado internacional, e consequentemente, pressionar ainda mais as bolsas de valores.
Momento equivocado
No entanto, Amarante tece uma dura crítica à postura das agências. Para ele, o timming da S&P foi totalmente equivocado, uma vez que a agência deveria ter realizado alertas há meses e não simplesmente cortado a nota no "meio do furacão da crise", afirmou.
O economista atribui essa postura como reflexos do trauma vivido em 2008, quando nenhuma das três agências foi capaz de prever diversas falências decorrentes da crise, sofrendo com casos emblemáticos como o de Lehman Brother e AIG, que possuíam notas AAA até horas antes da falência e da intervenção do governo, respectivamente.
Fonte: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8061881788353199670
Tectoy lança aparelhos de DVD da Barbie para o Dia das Crianças.
A Mattel fechou um acordo de licenciamento com a Tectoy para o Dia das Crianças. Serão lançados em outubro seis modelos de aparelhos de DVD com o tema da Barbie, em tela LCD de sete polegadas. Os produtos serão vendidos com exclusividade pela Lojas Americanas, ao preço sugerido de R$ 129,00, para os modelos compactos, e R$ 369,00, para os portáteis.
Fonte: http://www.expressioncomunicacao.com.br/blog/?p=7476
Em dia de tensão, bolsas da Ásia operam em queda
Mercado asiático reage ao rebaixamento da nota dos Estados Unidos pela Standard & Poor’s; dia deve ser de volatilidade global
As Bolsas de Valores de Tóquio e Hong Kong inauguraram em baixa o pregão das principais bolsas de valores do mundo, após o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela Standard & Poor’s. Seguindo a expectativa de analistas, o índice Nikkei 225 abriu em queda de 1,52%. Às 23h43, o índice caía 1,31%. No mesmo horário, a Bolsa de Valores de Hong Kong caia 3,2%.
Na sexta-feira, a Bolsa de Tóquio já havia fechado em queda de 3,72%, ainda repercutindo o pessimismo sobre a crise da dívida dos Estados Unidos e a na Europa.
O recuo das bolsas de Hong Kong e Tóquio é um indício de que a segunda-feira será de tensão mundo afora. Na imprensa internacional, o noticiário traz temores sobre uma possível “segunda-feira negra”, em uma reedição do dia 19 de outubro de 1987, quando o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, sofreu uma queda de 22%.
Ainda na Ásia, a Bolsa da Coreia do Sul abriu em queda de 1,34%, enquanto o mercado australiano recuava 2,15% no início do pregão.
No mercado futuro, o petróleo também operava em queda na Ásia.
Lideranças mobilizadas
Durante o fim de semana, as principais lideranças econômicas globais discutiram a situação do mercado, para evitar uma onda de contágio global. Os investidores aguardam o posicionamento do G7 (grupo das sete maiores economias do mundo) sobre a situação norte-americana. O Banco Central Europeu (BCE) anunciou, neste domingo, a compra de títulos da Espanha e da Itália para evitar o contágio do mercado.
No encontro do G20, não houve pronunciamentos oficiais, mas o ministro das Finanças da Coreia do Sul, Choi Jong-Ku, disse que “sérias discussões” são mantidas, ao mesmo tempo em que reforçou, ao menos no discurso, a confiança do país na economia dos Estados Unidos.
Bolsas no mundo
A queda nos mercados acionários começou mais cedo, em bolsas de menor expressão.
No pregão de domingo, o primeiro dia útil em Israel, a bolsa de valores local fechou em forte baixa de 6,99%. Mais cedo, no início do pregão, a bolsa de Israel entrou em circuit braker (quando as operações são suspensas), ao abrir os negócios despencando 6,5%.
A Bolsa da Arábia Saudita, a primeira a operar após o rebaixamento dos EUA, na sexta-feira à noite, fechou o domingo praticamente estável, em leve alta de 0,08%. No sábado, o pregão pós-rebaixamento, o mercado local havia caído 5,4%.
As Bolsas de Valores de Tóquio e Hong Kong inauguraram em baixa o pregão das principais bolsas de valores do mundo, após o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela Standard & Poor’s. Seguindo a expectativa de analistas, o índice Nikkei 225 abriu em queda de 1,52%. Às 23h43, o índice caía 1,31%. No mesmo horário, a Bolsa de Valores de Hong Kong caia 3,2%.
Na sexta-feira, a Bolsa de Tóquio já havia fechado em queda de 3,72%, ainda repercutindo o pessimismo sobre a crise da dívida dos Estados Unidos e a na Europa.
O recuo das bolsas de Hong Kong e Tóquio é um indício de que a segunda-feira será de tensão mundo afora. Na imprensa internacional, o noticiário traz temores sobre uma possível “segunda-feira negra”, em uma reedição do dia 19 de outubro de 1987, quando o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, sofreu uma queda de 22%.
Ainda na Ásia, a Bolsa da Coreia do Sul abriu em queda de 1,34%, enquanto o mercado australiano recuava 2,15% no início do pregão.
No mercado futuro, o petróleo também operava em queda na Ásia.
Lideranças mobilizadas
Durante o fim de semana, as principais lideranças econômicas globais discutiram a situação do mercado, para evitar uma onda de contágio global. Os investidores aguardam o posicionamento do G7 (grupo das sete maiores economias do mundo) sobre a situação norte-americana. O Banco Central Europeu (BCE) anunciou, neste domingo, a compra de títulos da Espanha e da Itália para evitar o contágio do mercado.
No encontro do G20, não houve pronunciamentos oficiais, mas o ministro das Finanças da Coreia do Sul, Choi Jong-Ku, disse que “sérias discussões” são mantidas, ao mesmo tempo em que reforçou, ao menos no discurso, a confiança do país na economia dos Estados Unidos.
Bolsas no mundo
A queda nos mercados acionários começou mais cedo, em bolsas de menor expressão.
No pregão de domingo, o primeiro dia útil em Israel, a bolsa de valores local fechou em forte baixa de 6,99%. Mais cedo, no início do pregão, a bolsa de Israel entrou em circuit braker (quando as operações são suspensas), ao abrir os negócios despencando 6,5%.
A Bolsa da Arábia Saudita, a primeira a operar após o rebaixamento dos EUA, na sexta-feira à noite, fechou o domingo praticamente estável, em leve alta de 0,08%. No sábado, o pregão pós-rebaixamento, o mercado local havia caído 5,4%.
Maiores economias do mundo tentam evitar "segunda-feira negra"
Líderes de todo o mundo debateram medidas conjuntas para evitar onda de pessimismo global após rebaixamento da nota dos EUA
Responsáveis de finanças das principais economias do mundo mantiveram neste fim de semana intensos contatos telefônicos para tentar evitar uma profunda crise nos mercados na segunda-feira, após o rebaixamento histórico da qualificação da dívida dos Estados Unidos e dos temores de uma recessão.
Os governos temem que a degradação da nota da dívida dos EUA anunciada na sexta-feira passada, após o fechamento dos mercados, pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) atue como estopim para um "segunda-feira negra" nos mercados, cuja queda estaria motivada, segundo os especialistas, pela incerteza sobre a recuperação da economia mundial.
A S&P rebaixou a qualificação da economia dos EUA de AAA para AA+ e se trata da primeira e única vez que foi degradada a nota da dívida da primeira economia mundial, enquanto os contatos telefônicos entre os líderes europeus e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, começaram já na sexta-feira à noite, após uma semana péssima nos mercados financeiros.
Por sua vez, o conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE) realizou neste domingo uma teleconferência de caráter extraordinário para discutir a compra de dívida soberana da Espanha e Itália, que sofreram ataques especulativos nas últimas semanas, disseram à Efe fontes financeiras em Frankfurt.
Enquanto isso, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, divulgaram um comunicado conjunto reforçando a importância de uma aplicação "rápida e completa" das medidas anunciadas pela Espanha e Itália para endireitar suas finanças e melhorar sua competitividade.
Sarkozy e Merkel defenderam também uma aplicação "rápida" dos acordos da cúpula europeia de 21 de julho sobre o segundo resgate grego e a ampliação do fundo europeu de resgate.
Na sexta-feira passada o prêmio de risco da Espanha e Itália voltou a disparar acima dos 400 pontos básicos antes de fechar abaixo dos 375. O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, anunciou na mesma sexta-feira uma aceleração das medidas de austeridade e reformas econômicas no país, e disse que em sua conversa com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, foi acordado a realização de uma cúpula urgente do Grupo dos Sete (G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo) de Finanças, que a princípio estava prevista para 9 e 10 de setembro em Marselha.
O Ministério das Finanças da Coreia do Sul informou que no Grupo dos Vinte (G20, que reúne os ministros e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia) se buscava um consenso, enquanto um funcionário do mesmo explicou à agência local "Yonhap" que "se a declaração se emite de modo que aumente a confiança dos investidores em direção rumo aos bônus americanos, isso poderia contribuir para a estabilização do mercado".
Os telefonemas ocorrem após uma péssima semana nas principais bolsas europeias com quedas de 13,12% na de Milão; 12,89% na de Frankfurt, 10,73% na de Paris e 10% na de Madri, além de 7,75% do Dow Jones no mercado de Nova York, perante a crescente incerteza sobre a recuperação da economia global.
O representante na Europa da S&P, Jean-Michel Six, declarou à emissora "France Info" que a agência não prevê uma "reação ruidosa" a sua decisão, ao justificá-la alegando que "a fraqueza da recuperação econômica" e "fatores políticos" que põem em dúvida a eficácia da tomada de decisões nos EUA.
O chefe global de S&P, David Beers, em declarações à rede de televisão "Fox", tentou minimizar a importância do impacto nos mercados da degradação da nota dos EUA, e assegurou que o que mais preocupa os mercados é "a percepção global que a economia mundial poderia estar desacelerando".
Por sua parte, o diretor-geral de S&P, John Chambers, lembrou em declarações à emissora "ABC" que a agência de qualificação poderia anunciar uma segunda degradação da dívida dos EUA nos próximos seis a 24 meses se piorar a situação fiscal do país.
Enquanto isso, a primeira reação ocorreu na sessão deste domingo, na Bolsa de Tel Aviv, que perdeu cerca de 7% e teve que suspender o pregão para amortecer a queda, antecipando a tensão que pode atingir os principais mercados do mundo na segunda-feira.
Fonte: http://economia.ig.com.br/mercados/maiores+economias+do+mundo+tentam+evitar+segundafeira+negra/n1597123392037.html
Responsáveis de finanças das principais economias do mundo mantiveram neste fim de semana intensos contatos telefônicos para tentar evitar uma profunda crise nos mercados na segunda-feira, após o rebaixamento histórico da qualificação da dívida dos Estados Unidos e dos temores de uma recessão.
Os governos temem que a degradação da nota da dívida dos EUA anunciada na sexta-feira passada, após o fechamento dos mercados, pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) atue como estopim para um "segunda-feira negra" nos mercados, cuja queda estaria motivada, segundo os especialistas, pela incerteza sobre a recuperação da economia mundial.
A S&P rebaixou a qualificação da economia dos EUA de AAA para AA+ e se trata da primeira e única vez que foi degradada a nota da dívida da primeira economia mundial, enquanto os contatos telefônicos entre os líderes europeus e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, começaram já na sexta-feira à noite, após uma semana péssima nos mercados financeiros.
Por sua vez, o conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE) realizou neste domingo uma teleconferência de caráter extraordinário para discutir a compra de dívida soberana da Espanha e Itália, que sofreram ataques especulativos nas últimas semanas, disseram à Efe fontes financeiras em Frankfurt.
Enquanto isso, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, divulgaram um comunicado conjunto reforçando a importância de uma aplicação "rápida e completa" das medidas anunciadas pela Espanha e Itália para endireitar suas finanças e melhorar sua competitividade.
Sarkozy e Merkel defenderam também uma aplicação "rápida" dos acordos da cúpula europeia de 21 de julho sobre o segundo resgate grego e a ampliação do fundo europeu de resgate.
Na sexta-feira passada o prêmio de risco da Espanha e Itália voltou a disparar acima dos 400 pontos básicos antes de fechar abaixo dos 375. O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, anunciou na mesma sexta-feira uma aceleração das medidas de austeridade e reformas econômicas no país, e disse que em sua conversa com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, foi acordado a realização de uma cúpula urgente do Grupo dos Sete (G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo) de Finanças, que a princípio estava prevista para 9 e 10 de setembro em Marselha.
O Ministério das Finanças da Coreia do Sul informou que no Grupo dos Vinte (G20, que reúne os ministros e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia) se buscava um consenso, enquanto um funcionário do mesmo explicou à agência local "Yonhap" que "se a declaração se emite de modo que aumente a confiança dos investidores em direção rumo aos bônus americanos, isso poderia contribuir para a estabilização do mercado".
Os telefonemas ocorrem após uma péssima semana nas principais bolsas europeias com quedas de 13,12% na de Milão; 12,89% na de Frankfurt, 10,73% na de Paris e 10% na de Madri, além de 7,75% do Dow Jones no mercado de Nova York, perante a crescente incerteza sobre a recuperação da economia global.
O representante na Europa da S&P, Jean-Michel Six, declarou à emissora "France Info" que a agência não prevê uma "reação ruidosa" a sua decisão, ao justificá-la alegando que "a fraqueza da recuperação econômica" e "fatores políticos" que põem em dúvida a eficácia da tomada de decisões nos EUA.
O chefe global de S&P, David Beers, em declarações à rede de televisão "Fox", tentou minimizar a importância do impacto nos mercados da degradação da nota dos EUA, e assegurou que o que mais preocupa os mercados é "a percepção global que a economia mundial poderia estar desacelerando".
Por sua parte, o diretor-geral de S&P, John Chambers, lembrou em declarações à emissora "ABC" que a agência de qualificação poderia anunciar uma segunda degradação da dívida dos EUA nos próximos seis a 24 meses se piorar a situação fiscal do país.
Enquanto isso, a primeira reação ocorreu na sessão deste domingo, na Bolsa de Tel Aviv, que perdeu cerca de 7% e teve que suspender o pregão para amortecer a queda, antecipando a tensão que pode atingir os principais mercados do mundo na segunda-feira.
Fonte: http://economia.ig.com.br/mercados/maiores+economias+do+mundo+tentam+evitar+segundafeira+negra/n1597123392037.html
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