A Átomo Comunicação, agência de promoção dirigida por Odilon Machado, desenvolve novas embalagens para a Tectoy, a começar por um clássico que chega renovado ao mercado – o Master System Evolution. A versão repaginada do joystick é inspirada no personagem ícone do universo dos games da década de 90, o ligeiro porco espinho Sonic. A nova embalagem criada pela agência tem a proposta de traduzir ao público consumidor a dinâmica e modernidade que o novo produto oferece e traz estampadas as figuras dos heróis e vilões presentes nos jogos.
O novo Master System traz na memória 132 jogos de gêneros e estilos variados e que garantem diversão a toda a família. Há títulos de aventura, ação, esporte, corrida, RPG, raciocínio, puzzle, conhecimento e estratégia. Entre os clássicos estão Sonic the Hedgehog™, Altered Best™, Alex Kidd in Miracle World™, Golden Axe™, Shinobi™, entre outros. A Átomo Comunicação criou também todo material de ponto de venda para o relançamento do produto, que incluem cubo, papel forração, display e bandeirola.
Além do joystick, as embalagens dos DVDs da Tectoy também ganham nova roupagem. Através de uma pesquisa realizada junto ao público-alvo da marca, a Átomo Comunicação buscou elementos gráficos que sejam símbolo de modernidade e dos principais benefícios do produto, além de cores que saltem aos olhos dos consumidores no ponto de venda.
O novo Master System chega às lojas em setembro, com preço sugerido de R$199. O DVD, em nova embalagem, pode ser encontrado nos pontos de venda a partir de setembro.
Fonte: http://www.minasmarca.com/web/index.php/2011/10/atomo-comunicacao-cria-para-tectoy/
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Átomo Comunicação cria ação de co-branding para o Dia das Crianças - Tectoy e Di Gasp
A Átomo Comunicação, agência de promoção dirigida por Odilon Machado, cria ação de co-branding para o Dia das Crianças da rede de calçados Di Gaspi, que hoje conta com 40 lojas de calçados, confecções e acessórios. Em parceria com a empresa de eletrônicos Tectoy, a campanha tem como objetivo difundir a marca conhecida por sua qualidade em produtos para o universo infantil.
O concurso cultural é aberto ao público que, independente da compra, poderá se dirigir até uma das lojas participantes da rede e retirar o cupom para participar. Para concorrer, basta responder à pergunta “Por que o Dia das Crianças na Di Gaspi é muito mais divertido?”. Os autores das cinquenta melhores frases ganharão 1 vídeo game Master System Evolution, com 132 jogos na memória. Aquele que elaborar a melhor frase, dentre as 50, ganhará também 1 mini moto elétrica. Os nomes dos ganhadores serão divulgados no site da Di Gaspi www.digaspi.com.br. O prazo para as inscrições será de 05 a 16 de outubro de 2011.
E para animar ainda mais o mês das crianças, em algumas lojas da rede Di Gaspi, a ação conta com um espaço kids exclusivo Tectoy repleto de atividades. Promotoras vão animar as crianças com jogos e competições. O espaço terá display personalizado, TV e puffs. Na ocasião, as crianças poderão experimentar os produtos eletrônicos da marca. Haverá também, nas lojas Di Gaspi, a distribuição de brindes, como adesivos com os personagens dos games e Turminha da Tectoy, livreto desenhe e pinte, bexigas, entre outros.
Além do concurso, a campanha de Dia das Crianças da Di Gaspi será ainda composta por inserções na TV aberta, com filme criado pela Átomo e materiais de ponto de venda, com testeiras, cubos e placas de teto. “A Átomo valoriza a união das marcas da casa em uma ação. Essas parcerias otimizam resultados. Nesse caso de Di Gaspi e a Tectoy, atendidas pela agência, unimos duas marcas com o mesmo foco de público em um período propício para esse tipo de ação”, afirma Odilon Machado.
Sobre a Átomo Comunicação:
Fundada em Abril de 2002 por Odilon Machado, profissional de Marketing que dirigiu marcas como Itautec Philco, Malory e Moulinex, conta com equipe mista de ex-executivos de marketing e profissionais de agência. Atualmente com 39 colaboradores, suas áreas de Planejamento, Mídia, Criação, Operação e Logística trabalham juntas para refinar a estratégia de comunicação. Focada na necessidade do cliente a proposta busca sempre a disciplina de marketing certa para o projeto.
Fonte: http://www.comunicavale.com.br/2011/10/11/atomo-comunicacao-cria-acao-de-co-branding-para-o-dia-das-criancas/
O concurso cultural é aberto ao público que, independente da compra, poderá se dirigir até uma das lojas participantes da rede e retirar o cupom para participar. Para concorrer, basta responder à pergunta “Por que o Dia das Crianças na Di Gaspi é muito mais divertido?”. Os autores das cinquenta melhores frases ganharão 1 vídeo game Master System Evolution, com 132 jogos na memória. Aquele que elaborar a melhor frase, dentre as 50, ganhará também 1 mini moto elétrica. Os nomes dos ganhadores serão divulgados no site da Di Gaspi www.digaspi.com.br. O prazo para as inscrições será de 05 a 16 de outubro de 2011.
E para animar ainda mais o mês das crianças, em algumas lojas da rede Di Gaspi, a ação conta com um espaço kids exclusivo Tectoy repleto de atividades. Promotoras vão animar as crianças com jogos e competições. O espaço terá display personalizado, TV e puffs. Na ocasião, as crianças poderão experimentar os produtos eletrônicos da marca. Haverá também, nas lojas Di Gaspi, a distribuição de brindes, como adesivos com os personagens dos games e Turminha da Tectoy, livreto desenhe e pinte, bexigas, entre outros.
Além do concurso, a campanha de Dia das Crianças da Di Gaspi será ainda composta por inserções na TV aberta, com filme criado pela Átomo e materiais de ponto de venda, com testeiras, cubos e placas de teto. “A Átomo valoriza a união das marcas da casa em uma ação. Essas parcerias otimizam resultados. Nesse caso de Di Gaspi e a Tectoy, atendidas pela agência, unimos duas marcas com o mesmo foco de público em um período propício para esse tipo de ação”, afirma Odilon Machado.
Sobre a Átomo Comunicação:
Fundada em Abril de 2002 por Odilon Machado, profissional de Marketing que dirigiu marcas como Itautec Philco, Malory e Moulinex, conta com equipe mista de ex-executivos de marketing e profissionais de agência. Atualmente com 39 colaboradores, suas áreas de Planejamento, Mídia, Criação, Operação e Logística trabalham juntas para refinar a estratégia de comunicação. Focada na necessidade do cliente a proposta busca sempre a disciplina de marketing certa para o projeto.
Fonte: http://www.comunicavale.com.br/2011/10/11/atomo-comunicacao-cria-acao-de-co-branding-para-o-dia-das-criancas/
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Dia das Crianças e Natal
Dúvidas quanto ao grupamento,é só ligar na relação com investidores e falar com o Sr.Milton, a resposta dele é que a empresa não vai fazer grupamento, e quando eu questionei sobre a depreciação das ações na bolsa, o Sr.Milton disse que não esta preocupada com o valores atuais das ações, a preocupação da empresa é apresentar lucros e agregar valores reais a empresa, e isso será refletido nas ações automaticamente. Vamos aguardar se surge alguma novidade para após o dia das criança e o Natal, uma vez que são datas interessantes para a empresa. Abraços.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A Tectoy passa de fase
A fabricante de games e brinquedos de maior sucesso no Brasil nos anos 90 vive uma crise que já dura 16 anos. Para sair dela, está virando uma prestadora de serviços
Muito antes de os cabelos ficarem grisalhos, no início dos anos 80, Fernando Fischer gastava horas brincando nos consoles Mega Drive. Seu jogo preferido era Castle of Illusion, onde Mickey Mouse resgatava a namorada Minnie de um castelo assombrado. Era um dos poucos videogames disponíveis no Brasil, pioneirismo da Tectoy, empresa que fazia a alegria de crianças e adultos fascinados pelos eletrônicos. Quem nasceu até o começo da década de 80 também deve se lembrar do ursinho falante Teddy Bear e da pistola Zillion, imbatíveis nas prateleiras. Pois bem. Essa Tectoy não existe mais. Caiu com a decadência da parceira japonesa Sega, que lhe garantia a exclusividade na venda dos melhores videogames da época. Como resultado, viveu os últimos 16 anos em crise, alternando produtos como quem tenta passar de fase em um jogo. Foi aí que Fischer voltou à história. O ex-cliente é o atual presidente da companhia.
Sua missão é tirar a Tectoy de seguidos prejuízos anuais iniciados em 1995. A intenção, agora, é abrir as portas das fábricas às empresas estrangeiras, tornando-se fornecedora de máquinas, mão de obra e logística. Fischer diz que existem negociações adiantadas com americanos, japoneses e chineses. Pode ser uma boa saída para retomar os tempos de grandes contratos e lucros fartos.
Jogo duro
A primeira fase da Tectoy foi brilhante: ela vendeu 5 milhões de consoles do Master Systems e do Mega Drive e mais de 25 milhões de cartuchos, liderados pelo porco-espinho Sonic. Fora o Japão, não houve um mercado onde a parceira Sega tenha feito mais sucesso do que no Brasil. O jogo mudou de dificuldade para a Tectoy com o declínio da Sega. A desenvolvedora investiu em videogames que trocaram os cartuchos pelos CDs, mas estes nunca repetiram o sucesso dos antecessores. Os altos gastos no desenvolvimento e o baixo retorno obrigaram a japonesa a abandonar os consoles. Pior para a Tectoy.
Sem direção clara, a empresa passou os anos seguintes relançando produtos antigos na tentativa de reencontrar o sucesso (leia quadro). Lá fora, a briga entre Microsoft, Nintendo e Sony tomou as rédeas do mercado de games. A brasileira estava a anos-luz destes concorrentes. Em 2006, o endividamento correspondia a quase todo o seu patrimônio. Ou seja, a Tectoy estava prestes a falir. A primeira aposta de Fischer, pouco depois de assumir a presidência, foi apelar ao “DNA da empresa”: um novo videogame. Desenvolvido junto à Qualcomm, o Zeebo parecia o projeto perfeito para desafiar os índices galopantes de pirataria no Brasil – os jogos eram baixados por 3G. Doce ilusão. A pesada taxação de games e os altos custos no desenvolvimento tornaram o Zeebo caro demais e poderoso de menos para enfrentar o PlayStation 2, da Sony. O que deveria ser uma boia se tornou uma âncora – foram vendidos pouco mais de 30 mil consoles no Brasil, enquanto se esperava um número 20 vezes maior. Em vez da rentabilidade, o Zeebo aumentou a dívida. “Não fosse ele, a Tectoy já operaria no azul”, afirma Stefano Arnhold, presidente do conselho.
A empresa, então, deixou o projeto de lado, virou acionista minoritária na joint venture criada com a Qualcomm e tirou o Zeebo do seu dia a dia. Não eram os games, portanto, que garantiriam vida extra à Tectoy, mas a produção de DVDs, iniciada em 2003. Em cinco anos, o número de tocadores vendidos quadruplicou. Eles são, hoje, a principal fonte de receita da empresa. O restante vem, principalmente, dos consoles outrora campeões de vendas: com, no mínimo, 21 anos, os games respondem por um terço do faturamento da Tectoy. Enquanto alguns brasileiros se estapeiam para comprar iPads e iPhones, outros parecem blindados à rápida evolução da tecnologia: todo ano, ainda são vendidos quase 160 mil desses videogames por aqui. O Brasil é o único país que continua a produzir o Master System e o Mega Drive. Ainda assim, a Tectoy tem um balanço que cheira a naftalina.
É deste anacronismo que Fischer espera se livrar ao adotar a postura de porta de entrada para fabricantes estrangeiros de eletrônicos que queiram explorar o Brasil. “Fizemos uma sessão de terapia e vimos que tínhamos três coisas que caíam no mesmo cesto: manufatura de qualidade, habilidade excepcional com o varejo e áreas de pós-venda e call center”, diz. A estratégia é aproveitar o movimento de empresas estrangeiras que, para evitar a alta carga tributária, investem na fabricação nacional de eletroeletrônicos. Empresas que queiram produzir no Brasil sem investir em fábrica, estrutura logística ou telemarketing são o alvo da Tectoy. “Se o cliente quiser um dos serviços, tudo bem. Se quiser os três, tudo bem. É o nosso ‘kit McDonalds’.” Foi o caso da Humax, primeira parceria fechada no final de 2010. Pelo contrato de três anos, a Tectoy será um dos fornecedores de set-top boxes usados pelos clientes do serviço de TV por assinatura Sky. O centro da estratégia da Tectoy é sua fábrica em Manaus. Quanto maior a demanda da Sky, mais set-top boxes saem dali. Em um ano, a capacidade da fábrica foi quintuplicada e o número de funcionários mais que dobrou. Ainda assim, ela vem operando perto do limite e um novo contrato nos moldes deste exigiria uma segunda instalação.
Com a Humax, a empresa quebrou uma tradição financeira carregada desde sua fundação: como se especializou em vender brinquedos, os balanços da Tectoy sempre dependeram excessivamente do segundo semestre, com o Dia das Crianças e o Natal. Só nos primeiros seis meses de 2011, a Tectoy já faturou quase 80% da receita do ano passado inteiro. No novo balanço que Fischer espera apresentar em 2012, a prestação de serviços deverá ser a segunda fonte de receita. E, com o natural declínio da venda de DVDs, poderá se tornar o carro-chefe nos próximos anos. Parece um bom caminho para a Tectoy parar de perder dinheiro. Sob as rígidas regras da Comissão de Valores Mobiliários que regulam empresas de capital aberto, Fischer apenas meneia a cabeça quando questionado se, depois de 16 anos, a empresa voltará a dar lucro.
Ao tentar tirar seu visto para os Estados Unidos, o presidente encontrou uma atendente no consulado americano que lhe deu preferência quando viu a marca nos documentos. “Você trabalha na Tectoy?”, ela perguntou. Fischer torce apenas para que o prestígio da marca não se resuma a episódios como o do consulado – uma lembrança na cabeça de garotos e garotas agora crescidos.
Fonte:
Muito antes de os cabelos ficarem grisalhos, no início dos anos 80, Fernando Fischer gastava horas brincando nos consoles Mega Drive. Seu jogo preferido era Castle of Illusion, onde Mickey Mouse resgatava a namorada Minnie de um castelo assombrado. Era um dos poucos videogames disponíveis no Brasil, pioneirismo da Tectoy, empresa que fazia a alegria de crianças e adultos fascinados pelos eletrônicos. Quem nasceu até o começo da década de 80 também deve se lembrar do ursinho falante Teddy Bear e da pistola Zillion, imbatíveis nas prateleiras. Pois bem. Essa Tectoy não existe mais. Caiu com a decadência da parceira japonesa Sega, que lhe garantia a exclusividade na venda dos melhores videogames da época. Como resultado, viveu os últimos 16 anos em crise, alternando produtos como quem tenta passar de fase em um jogo. Foi aí que Fischer voltou à história. O ex-cliente é o atual presidente da companhia.
Sua missão é tirar a Tectoy de seguidos prejuízos anuais iniciados em 1995. A intenção, agora, é abrir as portas das fábricas às empresas estrangeiras, tornando-se fornecedora de máquinas, mão de obra e logística. Fischer diz que existem negociações adiantadas com americanos, japoneses e chineses. Pode ser uma boa saída para retomar os tempos de grandes contratos e lucros fartos.
Jogo duro
A primeira fase da Tectoy foi brilhante: ela vendeu 5 milhões de consoles do Master Systems e do Mega Drive e mais de 25 milhões de cartuchos, liderados pelo porco-espinho Sonic. Fora o Japão, não houve um mercado onde a parceira Sega tenha feito mais sucesso do que no Brasil. O jogo mudou de dificuldade para a Tectoy com o declínio da Sega. A desenvolvedora investiu em videogames que trocaram os cartuchos pelos CDs, mas estes nunca repetiram o sucesso dos antecessores. Os altos gastos no desenvolvimento e o baixo retorno obrigaram a japonesa a abandonar os consoles. Pior para a Tectoy.
Sem direção clara, a empresa passou os anos seguintes relançando produtos antigos na tentativa de reencontrar o sucesso (leia quadro). Lá fora, a briga entre Microsoft, Nintendo e Sony tomou as rédeas do mercado de games. A brasileira estava a anos-luz destes concorrentes. Em 2006, o endividamento correspondia a quase todo o seu patrimônio. Ou seja, a Tectoy estava prestes a falir. A primeira aposta de Fischer, pouco depois de assumir a presidência, foi apelar ao “DNA da empresa”: um novo videogame. Desenvolvido junto à Qualcomm, o Zeebo parecia o projeto perfeito para desafiar os índices galopantes de pirataria no Brasil – os jogos eram baixados por 3G. Doce ilusão. A pesada taxação de games e os altos custos no desenvolvimento tornaram o Zeebo caro demais e poderoso de menos para enfrentar o PlayStation 2, da Sony. O que deveria ser uma boia se tornou uma âncora – foram vendidos pouco mais de 30 mil consoles no Brasil, enquanto se esperava um número 20 vezes maior. Em vez da rentabilidade, o Zeebo aumentou a dívida. “Não fosse ele, a Tectoy já operaria no azul”, afirma Stefano Arnhold, presidente do conselho.
A empresa, então, deixou o projeto de lado, virou acionista minoritária na joint venture criada com a Qualcomm e tirou o Zeebo do seu dia a dia. Não eram os games, portanto, que garantiriam vida extra à Tectoy, mas a produção de DVDs, iniciada em 2003. Em cinco anos, o número de tocadores vendidos quadruplicou. Eles são, hoje, a principal fonte de receita da empresa. O restante vem, principalmente, dos consoles outrora campeões de vendas: com, no mínimo, 21 anos, os games respondem por um terço do faturamento da Tectoy. Enquanto alguns brasileiros se estapeiam para comprar iPads e iPhones, outros parecem blindados à rápida evolução da tecnologia: todo ano, ainda são vendidos quase 160 mil desses videogames por aqui. O Brasil é o único país que continua a produzir o Master System e o Mega Drive. Ainda assim, a Tectoy tem um balanço que cheira a naftalina.
É deste anacronismo que Fischer espera se livrar ao adotar a postura de porta de entrada para fabricantes estrangeiros de eletrônicos que queiram explorar o Brasil. “Fizemos uma sessão de terapia e vimos que tínhamos três coisas que caíam no mesmo cesto: manufatura de qualidade, habilidade excepcional com o varejo e áreas de pós-venda e call center”, diz. A estratégia é aproveitar o movimento de empresas estrangeiras que, para evitar a alta carga tributária, investem na fabricação nacional de eletroeletrônicos. Empresas que queiram produzir no Brasil sem investir em fábrica, estrutura logística ou telemarketing são o alvo da Tectoy. “Se o cliente quiser um dos serviços, tudo bem. Se quiser os três, tudo bem. É o nosso ‘kit McDonalds’.” Foi o caso da Humax, primeira parceria fechada no final de 2010. Pelo contrato de três anos, a Tectoy será um dos fornecedores de set-top boxes usados pelos clientes do serviço de TV por assinatura Sky. O centro da estratégia da Tectoy é sua fábrica em Manaus. Quanto maior a demanda da Sky, mais set-top boxes saem dali. Em um ano, a capacidade da fábrica foi quintuplicada e o número de funcionários mais que dobrou. Ainda assim, ela vem operando perto do limite e um novo contrato nos moldes deste exigiria uma segunda instalação.
Com a Humax, a empresa quebrou uma tradição financeira carregada desde sua fundação: como se especializou em vender brinquedos, os balanços da Tectoy sempre dependeram excessivamente do segundo semestre, com o Dia das Crianças e o Natal. Só nos primeiros seis meses de 2011, a Tectoy já faturou quase 80% da receita do ano passado inteiro. No novo balanço que Fischer espera apresentar em 2012, a prestação de serviços deverá ser a segunda fonte de receita. E, com o natural declínio da venda de DVDs, poderá se tornar o carro-chefe nos próximos anos. Parece um bom caminho para a Tectoy parar de perder dinheiro. Sob as rígidas regras da Comissão de Valores Mobiliários que regulam empresas de capital aberto, Fischer apenas meneia a cabeça quando questionado se, depois de 16 anos, a empresa voltará a dar lucro.
Ao tentar tirar seu visto para os Estados Unidos, o presidente encontrou uma atendente no consulado americano que lhe deu preferência quando viu a marca nos documentos. “Você trabalha na Tectoy?”, ela perguntou. Fischer torce apenas para que o prestígio da marca não se resuma a episódios como o do consulado – uma lembrança na cabeça de garotos e garotas agora crescidos.
Fonte:
sábado, 17 de setembro de 2011
Abinee que mais impostos para eletrônicos importados
Sugere a elevação das alíquotas do imposto de importação
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, defendeu hoje que o governo aumente os impostos dos eletrônicos importados, a exemplo do que acaba de fazer com os veículos importados e carros que não usarem pelo menos 65% de componentes nacionais. Segundo Barbato, o déficit do setor eletroeletrônico, que atingiu US$ 27 bilhões no ano passado, deverá ultrapassar US$ 33 bilhões este ano. Entre as reivindicações, a entidade quer elevação do imposto de importação dos similares importados.
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, elogiou a decisão do governo de elevar o IPI para veículos importados e, também, para montadoras instaladas no país que não atenderem à exigência de ter ao menos 65% de componentes nacionais e de fazer investimentos em inovação tecnológica, como forma de proteger a indústria automotiva brasileira. Segundo ele, medidas como esta deveriam ser estendidas a outros setores industriais que estão sofrendo com a exacerbada valorização do Real frente ao Dólar e com as importações de bens acabados, principalmente, vindas da China. “Este é o caso do nosso setor eletroeletrônico que vem há anos enfrentando um déficit em sua balança, que tem crescido em ritmo galopante, especialmente, nos últimos anos em função do desajuste cambial”, diz.
Sustentando esta afirmação, dados da Ainee apontam que, em 2010, o déficit do setor atingiu US$ 27 bilhões, e, neste ano, ultrapassará a casa dos US$ 33 bilhões. As distorções provocadas pelo câmbio, que afetam a competitividade no mercado interno e externo, podem ser constatadas, também, pelo desempenho das exportações e das importações do setor nos últimos dois anos. "Enquanto as exportações de 2010 permaneceram no mesmo patamar de 2009, as importações superaram em 40% as realizadas no ano anterior”, salienta Barbato.
Ele lembra que a entidade já apresentou ao governo propostas para compensar o impacto nocivo causado pelo real valorizado. Entre as reivindicações está a elevação temporária da alíquota do Imposto de Importação para produtos que tenham similar nacional de segmentos da indústria eletroeletrônica, utilizando os limites permitidos pela OMC. Outra proposta apresentada pela ABINEE trata da desoneração da contribuição patronal ao INSS da parcela exportada da produção dos bens do setor eletroeletrônico, nos moldes do setor de software. “O fato é que estamos num processo crescente de desindustrialização e precisamos urgentemente de ações que garantam a competitividade das nossas empresas, o desenvolvimento do país, e a manutenção dos empregos aqui no nosso território”, conclui Barbato. ( assessoria de imprensa)
Fonte: http://www.telesintese.com.br/index.php/indice-geral-plantao-em-destaque/78-plantao-em-destaque/18755-abinee-que-mais-impostos-para-eletronicos-importados
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, defendeu hoje que o governo aumente os impostos dos eletrônicos importados, a exemplo do que acaba de fazer com os veículos importados e carros que não usarem pelo menos 65% de componentes nacionais. Segundo Barbato, o déficit do setor eletroeletrônico, que atingiu US$ 27 bilhões no ano passado, deverá ultrapassar US$ 33 bilhões este ano. Entre as reivindicações, a entidade quer elevação do imposto de importação dos similares importados.
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, elogiou a decisão do governo de elevar o IPI para veículos importados e, também, para montadoras instaladas no país que não atenderem à exigência de ter ao menos 65% de componentes nacionais e de fazer investimentos em inovação tecnológica, como forma de proteger a indústria automotiva brasileira. Segundo ele, medidas como esta deveriam ser estendidas a outros setores industriais que estão sofrendo com a exacerbada valorização do Real frente ao Dólar e com as importações de bens acabados, principalmente, vindas da China. “Este é o caso do nosso setor eletroeletrônico que vem há anos enfrentando um déficit em sua balança, que tem crescido em ritmo galopante, especialmente, nos últimos anos em função do desajuste cambial”, diz.
Sustentando esta afirmação, dados da Ainee apontam que, em 2010, o déficit do setor atingiu US$ 27 bilhões, e, neste ano, ultrapassará a casa dos US$ 33 bilhões. As distorções provocadas pelo câmbio, que afetam a competitividade no mercado interno e externo, podem ser constatadas, também, pelo desempenho das exportações e das importações do setor nos últimos dois anos. "Enquanto as exportações de 2010 permaneceram no mesmo patamar de 2009, as importações superaram em 40% as realizadas no ano anterior”, salienta Barbato.
Ele lembra que a entidade já apresentou ao governo propostas para compensar o impacto nocivo causado pelo real valorizado. Entre as reivindicações está a elevação temporária da alíquota do Imposto de Importação para produtos que tenham similar nacional de segmentos da indústria eletroeletrônica, utilizando os limites permitidos pela OMC. Outra proposta apresentada pela ABINEE trata da desoneração da contribuição patronal ao INSS da parcela exportada da produção dos bens do setor eletroeletrônico, nos moldes do setor de software. “O fato é que estamos num processo crescente de desindustrialização e precisamos urgentemente de ações que garantam a competitividade das nossas empresas, o desenvolvimento do país, e a manutenção dos empregos aqui no nosso território”, conclui Barbato. ( assessoria de imprensa)
Fonte: http://www.telesintese.com.br/index.php/indice-geral-plantao-em-destaque/78-plantao-em-destaque/18755-abinee-que-mais-impostos-para-eletronicos-importados
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Tectoy = tablets
Vejam, esta no twitter do relatório reservado
Após frustrados investimentos no mercado de videogames notadamente o projeto Zeebo a cambaleante Tectoy estuda entrar na produção de tablets
https://twitter.com/#!/Relatorio
Após frustrados investimentos no mercado de videogames notadamente o projeto Zeebo a cambaleante Tectoy estuda entrar na produção de tablets
https://twitter.com/#!/Relatorio
Conversa com Sr.Milton da Rel.Investidores TECTOY
Liguei agora (11:00 horas) para o Sr. Milton, vou colocar as perguntas e respostas.
1) Sobre parceria com a Microsoft e fabricação do X-box
R. Já foi fechado com outra empresa que já é parceira da Microsoft em outros ramos.
2) Sobre fabricação de tablet
R. É interessante para empresas do Estado de São Paulo, e nós estamos em Manaus.
3) Sobre novas parcerias e novidades ainda para este ano
R. A qualquer momento pode ser divulgado algo, porém, vai ser divulgado a todo mercado através da Bovespa e Cvm, a fim de evitar penalidades para empresa, e negociações sempre existe.
4) Existe algum estudo ou possibilidade de grupamento de ações
R. Não, a preocupação da empresa é em fechar parcerias e gerar lucro, a valorização das ações virá com o tempo e não será feito grupamento de ações e nem novas subscrições.
Obs particular: Minha maior preocupação é o grupamento de ações, pois abre espaço para queda, não existindo isto, logo dará uma porrada para cima novamente. O jeito é ir acumulando. Boa sorte a todos.
1) Sobre parceria com a Microsoft e fabricação do X-box
R. Já foi fechado com outra empresa que já é parceira da Microsoft em outros ramos.
2) Sobre fabricação de tablet
R. É interessante para empresas do Estado de São Paulo, e nós estamos em Manaus.
3) Sobre novas parcerias e novidades ainda para este ano
R. A qualquer momento pode ser divulgado algo, porém, vai ser divulgado a todo mercado através da Bovespa e Cvm, a fim de evitar penalidades para empresa, e negociações sempre existe.
4) Existe algum estudo ou possibilidade de grupamento de ações
R. Não, a preocupação da empresa é em fechar parcerias e gerar lucro, a valorização das ações virá com o tempo e não será feito grupamento de ações e nem novas subscrições.
Obs particular: Minha maior preocupação é o grupamento de ações, pois abre espaço para queda, não existindo isto, logo dará uma porrada para cima novamente. O jeito é ir acumulando. Boa sorte a todos.
TECTOY NO RELATÓRIO RESERVADO DE HOJE
AE GALERA, SAI NÓTICIA DA TECTOY NO RELATÓRIO RESERVADO DE HOJE, geralmente são boas nóticias ou parcerias, porém, não sou assinante, caso alguém tenha acesso, poste a notícia como resposta para que eu possa publicar, mas com link. Esta ao lado na lista de empresas citadas hoje o nome da Tectoy, boa sorte a todos.
http://www.relatorioreservado.com.br/
http://www.relatorioreservado.com.br/
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Vejam esta parceria da Tectoy com a Microsoft
A VOLTA DA TEC TOY
Depois de fechar as portas, empresa renasce ao se aliar com SBT e Microsoft
Por Juliana Simão
Há exatos 1 ano e 4 meses, os executivos da Tec Toy comemoravam o fim de uma concordata. Em 1997, nocauteada pela crise asiática, a empresa brasileira de games amargava prejuízo de R$ 50 milhões. Chegou a fechar as portas. Diante da situação, os donos da Tec Toy, Stefano Arnhold e Daniel Dazcal, tentaram a última cartada: convocar uma equipe de executivos, capitaneada por Lourival Kiçula, com a missão de renegociar dívidas com credores. Hoje, todos têm novas razões para comemorar: a Tec Toy renasceu. Ainda em 2000, a fabricante colheu os primeiros resultados. Foram 100 mil videogames MegaDrive vendidos; mais de 25 mil Dreamcast; 100 mil CD-ROMs e cerca de 50 mil videokês. No total, um faturamento de R$ 37 milhões. Faltou muito para chegar aos US$ 74 milhões (R$ 185 milhões) que deram à empresa a vice-liderança no mercado de brinquedos nacional. Mas é sinal de que a estratégia dos executivos deu certo.
“Comecei cortando custos”, lembra Kiçula, ex-presidente da Sanyo. Dos mil empregados sobraram apenas 110. A fábrica de 11 mil m2 de Manaus foi transferida para um galpão de um quinto do tamanho. Distribuição e armazenamento foram parar nas mãos de outras empresas. Os equipamentos que colocam chips nos brinquedos foram terceirizados para evitar os altos custos de manutenção. E a Tec Toy, hoje, apenas monta os produtos que levam sua etiqueta azul e branca. “Gastamos atualmente R$ 4 milhões por ano, metade do que desembolsávamos em 97”, diz. Para reerguer a Tec Toy, resolveu apelar a uma mudança de conceito: “Deixamos de ser uma fabricante de brinquedos para nos tornarmos uma companhia de entretenimento”, explica. O que muda? Esta nomenclatura, garante o presidente, libera a Tec Toy para produzir aparelhos de tevê, som... O objetivo é buscar produtos que não tenham sazonalidade. “Vendíamos brinquedos apenas no Dia da Criança e Natal.”
Distribuidora de jogos. O retorno da Tec Toy às gôndolas foi triunfal. Em parceria com o SBT de Silvio Santos, a fabricante lançou uma versão para videogame do Show do Milhão, que levantou em 20% as vendas do console MegaDrive. Logo depois, inventou o CD-Rom do Qual é a Música? e um videokê – a mistura de um aparelho de karaokê com DVD. Apesar de ser a distribuidora oficial da Sega no Brasil (leia-se: Dreamcast), não espere encontrar a Tec Toy apenas nas prateleiras da japonesa. Ela vai produzir também jogos para outras plataformas, como Nintendo e Microsoft.
As novidades prometem. Bom mesmo será em 2008, quando termina o plano de saneamento da empresa: “Faturaremos mais de R$ 100 milhões por ano, teremos o dobro de funcionários e centenas mais de lançamentos.” O mercado quer ver para crer.
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/9437_A+VOLTA+DA+TEC+TOY
Depois de fechar as portas, empresa renasce ao se aliar com SBT e Microsoft
Por Juliana Simão
Há exatos 1 ano e 4 meses, os executivos da Tec Toy comemoravam o fim de uma concordata. Em 1997, nocauteada pela crise asiática, a empresa brasileira de games amargava prejuízo de R$ 50 milhões. Chegou a fechar as portas. Diante da situação, os donos da Tec Toy, Stefano Arnhold e Daniel Dazcal, tentaram a última cartada: convocar uma equipe de executivos, capitaneada por Lourival Kiçula, com a missão de renegociar dívidas com credores. Hoje, todos têm novas razões para comemorar: a Tec Toy renasceu. Ainda em 2000, a fabricante colheu os primeiros resultados. Foram 100 mil videogames MegaDrive vendidos; mais de 25 mil Dreamcast; 100 mil CD-ROMs e cerca de 50 mil videokês. No total, um faturamento de R$ 37 milhões. Faltou muito para chegar aos US$ 74 milhões (R$ 185 milhões) que deram à empresa a vice-liderança no mercado de brinquedos nacional. Mas é sinal de que a estratégia dos executivos deu certo.
“Comecei cortando custos”, lembra Kiçula, ex-presidente da Sanyo. Dos mil empregados sobraram apenas 110. A fábrica de 11 mil m2 de Manaus foi transferida para um galpão de um quinto do tamanho. Distribuição e armazenamento foram parar nas mãos de outras empresas. Os equipamentos que colocam chips nos brinquedos foram terceirizados para evitar os altos custos de manutenção. E a Tec Toy, hoje, apenas monta os produtos que levam sua etiqueta azul e branca. “Gastamos atualmente R$ 4 milhões por ano, metade do que desembolsávamos em 97”, diz. Para reerguer a Tec Toy, resolveu apelar a uma mudança de conceito: “Deixamos de ser uma fabricante de brinquedos para nos tornarmos uma companhia de entretenimento”, explica. O que muda? Esta nomenclatura, garante o presidente, libera a Tec Toy para produzir aparelhos de tevê, som... O objetivo é buscar produtos que não tenham sazonalidade. “Vendíamos brinquedos apenas no Dia da Criança e Natal.”
Distribuidora de jogos. O retorno da Tec Toy às gôndolas foi triunfal. Em parceria com o SBT de Silvio Santos, a fabricante lançou uma versão para videogame do Show do Milhão, que levantou em 20% as vendas do console MegaDrive. Logo depois, inventou o CD-Rom do Qual é a Música? e um videokê – a mistura de um aparelho de karaokê com DVD. Apesar de ser a distribuidora oficial da Sega no Brasil (leia-se: Dreamcast), não espere encontrar a Tec Toy apenas nas prateleiras da japonesa. Ela vai produzir também jogos para outras plataformas, como Nintendo e Microsoft.
As novidades prometem. Bom mesmo será em 2008, quando termina o plano de saneamento da empresa: “Faturaremos mais de R$ 100 milhões por ano, teremos o dobro de funcionários e centenas mais de lançamentos.” O mercado quer ver para crer.
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/9437_A+VOLTA+DA+TEC+TOY
Huawei quer produzir tablets no Brasil até ano que vem
SÃO PAULO (Reuters) - A chinesa Huawei pretende produzir tablets no Brasil até o primeiro semestre de 2012 e não descarta aquisições de fabricantes nacionais para atuar de forma mais agressiva no país, afirmou o presidente da Huawei do Brasil, Li Ke.
A companhia --que anunciou nesta segunda-feira o início da montagem de seu smartphone Ideos no Brasil e a fabricação nacional de alguns componentes do aparelho por meio da terceirizada Flextronics, em Sorocaba, no interior de São Paulo-- também pretende se beneficiar da lei de incentivo fiscal para tablets.
'Queremos estar produzindo e comercializando os tablets até o início do ano que vem', afirmou Li Ke durante a Futurecom, evento do setor de telecomunicações em São Paulo.
A Huawei já fabrica no Brasil equipamentos de infraestrutura de telefonia. Com o investimento de 350 milhões de dólares para os próximos cinco anos anunciado mais cedo em 2011, também vai produzir aparelhos do segmento de transmissão, outros modelos de celulares e os tablets, além de financiar um centro de pesquisa e desenvolvimento e o treinamento de mais de 3 mil técnicos.
'A modalidade de fabricação (dos novos aparelhos) pode ser terceirizada ou podemos investir em uma fábrica própria (...) ainda estamos analisando se o restante será produzido pela Flextronics', disse Li Ke em chinês, acompanhado de um intérprete. Segundo ele, a Huawei não descarta aquisições para o caso de uma unidade de fabricação própria no país.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/09/huawei-quer-produzir-tablets-no-brasil-ate-ano-que-vem.htmlDA
A companhia --que anunciou nesta segunda-feira o início da montagem de seu smartphone Ideos no Brasil e a fabricação nacional de alguns componentes do aparelho por meio da terceirizada Flextronics, em Sorocaba, no interior de São Paulo-- também pretende se beneficiar da lei de incentivo fiscal para tablets.
'Queremos estar produzindo e comercializando os tablets até o início do ano que vem', afirmou Li Ke durante a Futurecom, evento do setor de telecomunicações em São Paulo.
A Huawei já fabrica no Brasil equipamentos de infraestrutura de telefonia. Com o investimento de 350 milhões de dólares para os próximos cinco anos anunciado mais cedo em 2011, também vai produzir aparelhos do segmento de transmissão, outros modelos de celulares e os tablets, além de financiar um centro de pesquisa e desenvolvimento e o treinamento de mais de 3 mil técnicos.
'A modalidade de fabricação (dos novos aparelhos) pode ser terceirizada ou podemos investir em uma fábrica própria (...) ainda estamos analisando se o restante será produzido pela Flextronics', disse Li Ke em chinês, acompanhado de um intérprete. Segundo ele, a Huawei não descarta aquisições para o caso de uma unidade de fabricação própria no país.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/09/huawei-quer-produzir-tablets-no-brasil-ate-ano-que-vem.htmlDA
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